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SARP HARPIA

Operação Furnas 2026: SARP HARPIA demonstrou potencial para ampliar as capacidades expedicionárias e a projeção de poder da Marinha do Brasil

A Operação Furnas 2026 foi o cenário escolhido para a demonstração operacional do Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) HARPIA, desenvolvido pela empresa brasileira ADTECH-SD. A apresentação ocorreu em um ambiente que reproduz diversas das condições encontradas em operações expedicionárias, ribeirinhas e de reação rápida conduzidas pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), permitindo avaliar o potencial do sistema como um futuro multiplicador de força para as unidades da Marinha do Brasil. Realizada na ampla área do Lago de Furnas, conhecido como o “Mar de Minas”, a operação reúne o emprego de meios navais, terrestres e aéreos em cenários que exigem elevada mobilidade, capacidade de projeção de poder e ampla consciência situacional. Nesse contexto, os sistemas não tripulados assumem um papel cada vez mais importante ao fornecer informações em tempo real aos comandantes e reduzir a exposição das tropas durante missões de reconhecimento e coleta de inteligência. Durante a demonstração, o HARPIA foi empregado em missões de vigilância, observação e reconhecimento, possibilitando a obtenção de informações sobre áreas de interesse antes do deslocamento das forças terrestres. A capacidade de monitorar grandes extensões, identificar movimentações e transmitir imagens em tempo real representou uma importante oportunidade de aprimoramento das operações conduzidas pelos Fuzileiros Navais e pela Esquadra brasileira. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O ambiente ribeirinho da Operação Furnas proporcionou uma oportunidade especialmente relevante para avaliar a plataforma em um complexo cenário de defesa. Regiões caracterizadas por grandes espelhos d’água, áreas de difícil acesso, margens extensas e múltiplos eixos de aproximação exigem meios capazes de ampliar o alcance da observação e fornecer informações atualizadas de forma contínua. Nesse aspecto, o HARPIA contribuiu para a vigilância de rotas fluviais, reconhecimento de pontos de desembarque, monitoramento de embarcações e apoio às operações de controle de áreas ribeirinhas. A participação do sistema também possui relevância por ocorrer em um contexto de avaliação operacional. O HARPIA vem sendo observado como uma potencial solução para atender às futuras necessidades da Marinha do Brasil, contemplando demandas tanto da Aviação Naval embarcada quanto do Corpo de Fuzileiros Navais, especialmente nas missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), consideradas essenciais para as operações modernas. Projetado para oferecer elevada mobilidade, rápida entrada em operação e reduzida demanda logística, o sistema apresenta características compatíveis com o perfil expedicionário da Marinha do Brasil e do seu Corpo de Fuzileiros Navais. Essas características permitem sua utilização tanto em operações anfíbias realizadas a partir dos meios de superfície da Esquadra quanto em missões ribeirinhas, nas quais a rapidez na obtenção de informações e a capacidade de adaptação ao ambiente operacional são fatores decisivos para o sucesso da missão. A demonstração realizada durante a Operação Furnas 2026 evidenciou, na prática, como o HARPIA pode apoiar as unidades de Fuzileiros Navais em diferentes cenários operacionais, contribuindo para ampliar a consciência situacional, aperfeiçoar o processo de tomada de decisão e aumentar a segurança das tropas em campo. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. Sobre a ADTECH A Advanced Technologies Security & Defense (ADTECH-SD) é uma empresa brasileira reconhecida pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa (EED), especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta performance para segurança pública, defesa territorial e monitoramento estratégico. Com sede em São José dos Campos (SP), a empresa reúne profissionais com décadas de experiência no setor aeronáutico e atua no desenvolvimento e na operação de sistemas avançados de aeronaves não tripuladas, além de soluções integradas de vigilância e inteligência. Seus sistemas são desenvolvidos com foco em elevada autonomia, modularidade e adaptabilidade, atendendo às demandas de missões críticas em ambientes complexos e de alta exigência operacional. Para mais informações sobre o sistema HARPIA e outras soluções: ADTECH-SD E-mail: [contato@adtechsd.com.br] (mailto:contato@adtechsd.com.br) Telefone: +55 (12) 3512-1484 Créditos: ADTECH-SD | GBN Media & Solutions – Assessoria de Imprensa | Edição e adaptação para publicação: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

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Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Um dos maiores exercícios militares realizados em Minas Gerais, a Operação Furnas 2026 teve início no dia 22 de junho e segue até 3 de julho. Coordenado pelos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil (MB), o treinamento mobiliza cerca de 2 mil militares e uma ampla variedade de meios operativos, entre eles blindados, viaturas anfíbias, embarcações, robôs e drones, empregados em cenários que simulam operações ribeirinhas, ações de apoio à Defesa Civil e missões de paz. Um dos momentos mais importantes da operação ocorrerá em 3 de julho, em São José da Barra (MG), quando será realizada uma demonstração operacional para a imprensa, evidenciando as capacidades expedicionárias e a integração dos diversos meios empregados pela Marinha. Além do exercício militar, a Operação Furnas 2026 também marca as comemorações pelos 100 anos de atuação da Marinha do Brasil em Minas Gerais, reforçando os laços históricos da Instituição com o estado. Operação Furnas 2026, Foto: Marinha do Brasil Entre os principais meios empregados estão os Carros-Lagarta Anfíbios (CLAnf), as Viaturas Blindadas Leves Sobre Rodas (JLTV), as Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas Piranha, a Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit) — nova lancha blindada de alta mobilidade da Marinha —, as viaturas operativas UNIMOG U5000, além de equipamentos para desativação de artefatos explosivos, como robôs, detectores e interferidores de frequência. A operação também utiliza sistemas de comunicações táticas via rádio e satélite, drones, sistemas ópticos, câmeras telescópicas, equipamentos portáteis de raio X e materiais de defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR). Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Logística e capacidade expedicionária A Operação Furnas 2026 evidencia a elevada capacidade logística e expedicionária do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Para a realização do exercício, tropas e equipamentos foram deslocados do Rio de Janeiro até o Sul de Minas Gerais, percorrendo aproximadamente 1.000 quilômetros. O treinamento tem como objetivo aprimorar a atuação das Unidades da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) em operações ribeirinhas, operações de paz e ações interagências, integrando meios terrestres, aéreos e navais da Marinha do Brasil. O exercício também conta com a participação de órgãos municipais e estaduais, fortalecendo a interoperabilidade entre as instituições. Além do aperfeiçoamento operacional, a presença da FFE na região amplia a capacidade de pronta resposta da Marinha e reforça sua presença estratégica no entorno do Lago de Furnas, área de grande relevância para a segurança, a logística e o desenvolvimento nacional. Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Créditos: Capitão de Corveta (T) Fabrício Costa e Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares | Marinha do Brasil | Edição: Zona de Manobra | Editor-chefe: Jhonanta Marcelino.

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“Southern Seas 2026”: Marinha do Brasil realiza exercícios navais com a US Navy no Rio de Janeiro

A Marinha do Brasil participou, entre os dias 11 e 14 de maio, de exercícios navais em conjunto com a US Navy nas águas do Rio de Janeiro durante a operação “Southern Seas 2026”. A operação chegou à sua 11ª edição e contou com importantes meios navais das duas marinhas, tendo como principal objetivo o aumento da interoperabilidade entre as forças e o desenvolvimento de capacidades operacionais em resposta a ameaças no ambiente marítimo. Foto: Marinha do Brasil USS “Nimitz” foi um dos destaques da operação Um dos principais destaques da edição deste ano foi o porta-aviões USS Nimitz, navio de propulsão nuclear da US Navy considerado um dos mais importantes vetores da defesa naval norte-americana. Capaz de operar com mais de 60 aeronaves e cerca de 5 mil militares, o navio possui elevada capacidade operacional e participou das demonstrações aéreas realizadas durante os exercícios no mar. O USS “Nimitz”, que está em atividade desde 1975, pode estar realizando uma de suas últimas missões antes do processo de descomissionamento. Foto: Marinha do Brasil Foto: Marinha do Brasil Navios e aeronaves empregados na operação Além do USS “Nimitz”, a US Navy também empregou na operação o destroyer da classe Arleigh Burke USS Gridley e o navio-tanque USNS Patuxent. Do lado brasileiro, o Grupo-Tarefa da Marinha do Brasil foi composto por: Fragata “Defensora” (F41); Corveta “Barroso” (V34); Submarino “Humaitá” (S41); Helicóptero Wild Lynx (AH11B); Helicóptero H125 Esquilo B3e (IH-18). O Submarino “Humaitá” integra o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), considerado um dos principais projetos estratégicos da defesa nacional. Exercícios executados durante a operação Durante os quatro dias de operação, foram realizados diversos exercícios simulados no ambiente marítimo, incluindo: Guerra antiaérea; Operações antissubmarino; Demonstrações aéreas; Manobras navais integradas; Exercícios de coordenação operacional. As atividades tiveram como foco o aprimoramento da integração entre as forças navais participantes e o fortalecimento da cooperação militar internacional. Foto: Marinha do Brasil Foto: Marinha do Brasil Operação “Southern Seas” Conduzida pela 4ª Frota da Marinha dos Estados Unidos, a operação “Southern Seas” acontece regularmente e possui como principal objetivo ampliar a integração entre a US Navy e as marinhas parceiras da América do Sul. A operação contempla ações de circunavegação em diferentes regiões do continente sul-americano, promovendo intercâmbio operacional, treinamento conjunto e desenvolvimento de capacidades marítimas. Segundo a Marinha do Brasil, todas as atividades são coordenadas entre as forças participantes e realizadas com pleno conhecimento e autorização das autoridades brasileiras. Foto: Marinha do Brasil Foto: Marinha do Brasil Créditos Matéria baseada em informações oficiais da Agência Marinha de Notícias.

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Marinha do Brasil forma primeiras mulheres da Aviação Naval em marco histórico para a Força

Marinha do Brasil forma primeiras mulheres da Aviação Naval em marco histórico para a Força

A Marinha do Brasil alcançou um marco histórico ao formar as primeiras mulheres da Aviação Naval da Força. As Segundo-Tenentes Helena de Souza Monteiro Morais e Isabela Ferreira de Amorim concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO) e passam oficialmente a integrar o grupo de Aviadores Navais da instituição. A conquista representa um avanço importante na integração feminina em setores operacionais da Marinha do Brasil e reforça a ampliação da participação das mulheres em áreas estratégicas e de alta exigência operacional dentro das Forças Armadas. Foto: Marinha do Brasil Formação de alta exigência operacional O Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais é considerado uma das formações mais exigentes da Força Naval. Durante o treinamento, os Oficiais-Alunos passam por diversas etapas teóricas e práticas voltadas à capacitação operacional na atividade aérea militar. Entre os treinamentos realizados estão: Sobrevivência no mar e na selva; Adaptação fisiológica; Navegação aérea; Voo por instrumentos; Operações embarcadas; Pouso a bordo; Emprego de armamentos; Missões operativas.   A formação ocorre em São Pedro da Aldeia, sede da Aviação Naval brasileira, onde também funciona o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN). Formação prática na Aviação Naval Após a etapa teórica, os militares seguem para a fase prática de voo no 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1), unidade responsável pela formação dos futuros Aviadores Navais de asas rotativas da Marinha do Brasil. Durante o treinamento prático, os alunos realizam atividades progressivas e eliminatórias, incluindo: Manobras básicas; Manobras avançadas; Navegação por contato; Rádio-instrumentos; Navegação por instrumentos; Formatura aérea; Emprego operacional; Missão operativa final. Somente após a conclusão de todas as etapas os Oficiais recebem as tradicionais “asas” de Aviador Naval, símbolo que identifica os integrantes da Aviação Naval da Marinha do Brasil. Atuação operacional Com a conclusão do curso, as novas Aviadoras Navais passam a integrar os esquadrões operativos da Força Aeronaval da Marinha do Brasil. As atividades desempenhadas incluem: Apoio às operações navais; Busca e salvamento; Defesa da soberania nacional; Operações embarcadas; Missões de Estado; Proteção da Amazônia Azul. Caminho para se tornar Aviador Naval A trajetória para ingressar na Aviação Naval começa ainda na formação militar, por meio do ingresso em instituições como: Colégio Naval Escola Naval Centro de Instrução Almirante Wandelkolk Após a formação militar, os Oficiais passam por processos seletivos internos baseados em desempenho profissional, aptidão para o voo e avaliações médicas, fisiológicas e psicológicas específicas para a atividade aérea militar. Concursos da Marinha do Brasil Os interessados em seguir carreira na Marinha do Brasil e futuramente atuar na Aviação Naval podem participar dos concursos do Colégio Naval e da Escola Naval. Atualmente: O Colégio Naval oferece 156 vagas para jovens entre 15 e 18 anos; A Escola Naval disponibiliza 66 vagas para candidatos entre 18 e 21 anos.   Concursos Abertos  Foto: Marinha do Brasil Créditos Agência Marinha de Notícias.

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Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

A Marinha do Brasil (MB) e a Marinha Nacional da França (MNF) realizaram, entre os dias 23 e 28 de abril de 2026, a Operação “Jeanne d’Arc”, nas regiões do Rio de Janeiro e Mangaratiba. O treinamento teve como principal objetivo aprimorar a capacitação das tropas envolvidas, além de fortalecer os laços de cooperação e amizade entre Brasil e França. Ao todo, participaram cerca de 1.700 militares, sendo aproximadamente 900 brasileiros e 800 franceses. https://youtu.be/sI4XDalfDF4?si=5RvXjlpBvwHAtLU6 Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Durante a operação, diversos meios operativos foram empregados. Pela Marinha Nacional da França, destacou-se o Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude. Já pela Marinha do Brasil, o principal meio foi o Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia. As atividades incluíram uma série de treinamentos conjuntos entre os militares dos dois países, como exercícios de tiro de artilharia, pista de sobrevivência e tiro de precisão, contribuindo para o aprimoramento técnico e tático das tropas. Entre os exercícios realizados, ganhou destaque a simulação de um desembarque anfíbio na Ilha da Marambaia (RJ). A operação envolveu navios, veículos blindados anfíbios e tropas brasileiras e francesas, caracterizando uma Operação Anfíbia na modalidade de assalto. Esse tipo de operação é considerado de elevada complexidade, pois consiste em um ataque lançado a partir do mar por forças navais e anfíbias, com o objetivo de projetar poder e desembarcar tropas em um litoral considerado hostil. Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil A operação contou ainda com a participação de uma Unidade Anfíbia da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), da Marinha do Brasil, além do emprego dos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia (NDCC G-25), Fragata Defensora (F-41), Submarino Humaitá (S-41), Embarcação de Desembarque de Carga Geral Marambaia (EDCG L-20), helicópteros Seahawk (SH-16), Super Lynx (AH-11B) e Esquilo (UH-12), Carro-Lagarta Anfíbio (CLAnf), Viatura Blindada Leve Sobre Rodas (JLTV), Viatura Blindada Especial Sobre Rodas (Piranha) e Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit). Pelo lado francês, a Marinha Nacional da França e a 9ª Brigada do Exército Francês empregaram os seguintes meios: Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude, Fragata Aconit, Navio de Apoio Logístico Jacques Stosskopf, helicópteros Gazelle, Caïman e Dauphin, além das Embarcações de Desembarque Rápido (EDAR) e Anfíbio (EDAS), bem como o Veículo Blindado Multiuso Griffon e o Veículo Blindado Leve (VBL). A Operação “Jeanne d’Arc” integra um conjunto de iniciativas voltadas à cooperação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, técnicas e procedimentos entre as forças envolvidas. A parceria entre Brasil e França reforça o compromisso conjunto com a segurança marítima e o desenvolvimento de capacidades operacionais combinadas. Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil

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Marinha coordena resgate de tripulante a 1.600 km de Recife com apoio da FAB

A Marinha do Brasil coordenou, entre os dias 8 e 12 de fevereiro, uma complexa operação de busca e salvamento no Oceano Atlântico, a cerca de 850 milhas náuticas (aproximadamente 1.600 km) de Recife (PE). A ação envolveu também a Força Aérea Brasileira (FAB) e garantiu a evacuação aeromédica de um tripulante do veleiro “Lena Rae”. O navegante, de 32 anos e nacionalidade norte-americana, apresentou falta de ar e dores no peito durante a travessia entre a Ilha de Santa Helena e a Ilha de St. Maarten, no Caribe. Após o alerta, o Serviço de Busca e Salvamento Marítimo do Nordeste (Salvamar Nordeste) iniciou imediatamente o monitoramento da área. Foto Marinha do Brasil Por meio do Sistema de Informações sobre o Tráfego Marítimo (SISTRAM), foi identificado que o navio mercante “Amy Clemons McCall” navegava nas proximidades. A embarcação foi acionada e realizou o recolhimento do tripulante, oferecendo melhores condições de atendimento inicial. Com acompanhamento de equipe médica da Marinha, foi constatada a necessidade de Evacuação Aeromédica (EVAM). O Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Araguari” partiu da Base Naval de Natal com equipe multidisciplinar de saúde e militares especializados em resgate, assumindo a operação em alto-mar. Foto Marinha do Brasil https://youtu.be/edtAj3kWN4Q?si=dVrtxgoLw1TVuLZG Paralelamente, a FAB deslocou a aeronave H-36 “Caracal”, que realizou a evacuação diretamente do convoo do NPaOc “Araguari”. Após o pouso em terra, o tripulante foi encaminhado a uma unidade hospitalar em Natal (RN). Segundo o Comando do 3º Distrito Naval, a integração entre Marinha e FAB reduziu em dois dias o tempo estimado para a evacuação, evidenciando a eficiência da pronta resposta e do esforço conjunto das Forças Armadas. Salvamar Brasil: prontidão 24 horas na Amazônia Azul O Salvamar Brasil atua de forma ininterrupta em toda a área marítima sob responsabilidade brasileira, conhecida como “Amazônia Azul”, que abrange aproximadamente 14,5 milhões de quilômetros quadrados. A estrutura mantém navios, aeronaves e equipes treinadas para operações de busca e salvamento, além de sistemas dedicados à coleta e compartilhamento de informações, garantindo agilidade nas respostas. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, pelo telefone 185, além de outros meios de comunicação marítima, como o Sistema Global de Socorro e Segurança Marítimo (GMDSS). Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Fonte: Agência Marinha de Notícias Disponível em: https://www.agencia.marinha.mil.br/

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Fuzileiros Navais iniciam intercâmbio operativo na França durante a Operação “Orion”

Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil deram início à participação na Operação “Orion”, um dos exercícios militares mais complexos coordenados pela Marinha da França. A presença do contingente brasileiro reforça a interoperabilidade entre as forças e amplia a cooperação estratégica entre Brasil e França em um cenário de treinamento de alta intensidade. Nos primeiros dias, a tropa enfrentou uma intensa agenda logística e de aclimatação, etapa fundamental para a adaptação aos padrões operacionais exigidos em exercícios conduzidos sob parâmetros da OTAN. A ambientação incluiu ajustes técnicos, integração de sistemas e alinhamento doutrinário com as forças francesas. Foto Marinha do Brasil A preparação teve início no 126° Regimento de Infantaria (126e RI), sediado em Brive-la-Gaillarde, conhecido como “Bisons”. No local, foram realizadas instruções específicas sobre armamento, técnicas de tiro, combate aproximado e integração ao sistema francês de Comando e Controle (C2), assegurando a interoperabilidade entre as tropas. O fator climático também se apresentou como desafio relevante. Com temperaturas variando entre 3°C e 9°C, os militares brasileiros participaram de treinamentos voltados à atuação em ambiente de frio rigoroso, incluindo marchas táticas com carga completa, testando resistência física e adaptação ao peso do equipamento sob condições adversas. Foto Marinha do Brasil Concluída a fase preparatória em terra, os 16 militares brasileiros, entre oficiais e praças, seguiram para a etapa naval da missão, embarcando no Porte-Hélicoptères Amphibie (PHA) “Mistral”, uma das embarcações mais modernas da Marinha Francesa. A bordo, participam de ensaios preparatórios para operações anfíbias de grande escala em território simulado de conflito. A Operação “Orion” segue até o dia 4 de março, fortalecendo os laços de amizade, cooperação e integração militar entre Brasil e França. Créditos:Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares Fonte: Agência Marinha de Notícias Imagens: Marinha do Brasil / Arquivo

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Marinha do Brasil mobiliza 120 Fuzileiros Navais para apoiar Defesa Civil no Norte Fluminense após fortes chuvas

Tropa da Força de Resposta Imediata chegou a Cantagalo e Porciúncula seis horas e meia após acionamento, iniciando ações de remoção de entulhos ainda durante a noite. A Marinha do Brasil, por meio do Corpo de Fuzileiros Navais, chegou aos municípios de Cantagalo e Porciúncula, no Norte Fluminense, seis horas e 30 minutos após ser acionada no Rio de Janeiro, com um grupo de 120 militares. A tropa foi empregada para apoiar as ações da Defesa Civil e iniciar os trabalhos de remoção de entulhos ainda durante a noite deste sábado (07/02). As cidades foram severamente afetadas pelas fortes chuvas que atingem o Estado do Rio de Janeiro. A operação evidencia a capacidade da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA), tropa de pronto emprego que atua de forma contínua e integrada em situações de calamidade pública. Neste primeiro momento, estão sendo empregadas 24 viaturas especializadas, tratores e retroescavadeiras, além de recursos tecnológicos avançados, como drones capazes de operar sob condições climáticas adversas. Os equipamentos são utilizados na observação aérea das regiões afetadas, garantindo maior mobilidade, segurança e eficiência no apoio à população. A tropa ficará alojada provisoriamente na Escola Municipal Elestar Caetano Mendes, na região de Euclidelândia. A partir desse ponto, serão conduzidas as ações de apoio humanitário, com ênfase na retirada de detritos, recomposição das vias públicas, restabelecimento de acessos e suporte direto às comunidades isoladas. Os Fuzileiros Navais encontram-se em estado de prontidão, especificamente preparados para atuar no âmbito da FRIDA, ativada em dezembro passado. A iniciativa reforça o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a proteção da vida e o cuidado com a população, atuando de forma coordenada com a Defesa Civil para reduzir os impactos causados por eventos extremos. Foto Marinha do Brasil Histórico de atuação em desastres naturais A experiência acumulada pelo Corpo de Fuzileiros Navais ao longo dos últimos anos tem sido fundamental em cenários de tragédias ambientais. Desde os deslizamentos ocorridos em Nova Friburgo, em 2011, a Marinha do Brasil mantém tropas em regime de prontidão durante o período do verão. Nesse intervalo, a Força atuou em algumas das mais graves emergências ambientais do país, como em Petrópolis, no litoral norte de São Paulo, em São Sebastião e, mais recentemente, no Rio Grande do Sul. Essas operações contribuíram para o desenvolvimento de doutrina, protocolos e capacidades operacionais específicas voltadas à resposta a desastres. https://zonademanobra.com.br/wp-content/uploads/2026/02/video-output-C7A6C769-BDE6-4B99-8EA7-59169E954544-1.mov Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Contato Comando da Força de Fuzileiros da EsquadraAssessoria de Comunicação Social Telefones:(21) 97393-9559 – Tenente Nathalia Canivello(21) 2189-7218 E-mail: comffe.comsoc@marinha.mil.br

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Força de Fuzileiros da Esquadra celebra 69 anos com cerimônia militar na Ilha do Governador

A Marinha do Brasil realizou, na sexta-feira (06/02), às 10h, no Comando da Divisão Anfíbia, localizado na Ilha do Governador (RJ), uma cerimônia militar em comemoração aos 69 anos da Força de Fuzileiros da Esquadra, conhecida como a “Força que vem do mar”. O evento contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. Foto Marinha do Brasil Durante a solenidade, foram premiados militares que se destacaram ao longo de suas carreiras, em razão do maior número de dias em manobras e exercícios, bem como pelo maior tempo de tropa. O público também pôde acompanhar o desfile de uma Unidade Anfíbia (UAnf), de uma representação da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN) e de jovens participantes do Programa Forças do Esporte (PROFESP). A Força de Fuzileiros da Esquadra foi criada pelos Decretos nº 40.862, de 6 de fevereiro de 1957, e nº 41.352-A, de 22 de abril de 1957, da Presidência da República. Parcela operativa do Corpo de Fuzileiros Navais e do Conjugado Anfíbio da Marinha do Brasil, a Organização Militar tem como missão preparar e prover Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais para operações e ações de guerra naval e demais situações de emprego previstas na Doutrina Militar Naval. Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Entre suas principais características destacam-se a capacidade de pronto emprego, o caráter anfíbio e a vocação expedicionária. Créditos:Assessoria de Comunicação Social do ComFFE (ComSoc) Edição editorial:Zona de Manobra

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Os heróis por trás das Fragatas Classe Tamandaré

Os heróis por trás das Fragatas Classe Tamandaré

Legados históricos que moldam a nova geração de navios da Marinha do Brasil Compromisso, dedicação e coragem são valores que conectam os personagens históricos homenageados pelas Fragatas da Classe Tamandaré. Do período colonial ao Império, esses homens não apenas marcaram a história do País, como também ajudaram a definir a identidade e a tradição naval da Marinha do Brasil. As embarcações do Programa Fragatas Classe Tamandaré carregam, além de tecnologia avançada e elevada capacidade operacional, nomes que remetem a figuras centrais da formação da Marinha e da defesa do território nacional. Jerônimo de Albuquerque, Luís da Cunha Moreira, Antônio Carlos de Mariz e Barros e Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, destacaram-se em diferentes momentos da história ao colocar o serviço à Pátria acima de interesses pessoais. Atuando em conflitos decisivos e em períodos fundamentais para a consolidação do Brasil como nação soberana, esses personagens tornaram-se referências permanentes para as gerações futuras. Ao batizar as novas fragatas com seus nomes, a Marinha do Brasil preserva sua memória e reafirma os valores que orientam a Força Naval no presente e no futuro. Jerônimo de Albuquerque: defesa do território no período colonial   Figura de destaque na defesa do território brasileiro contra invasões estrangeiras no século XVII, Jerônimo de Albuquerque foi o primeiro brasileiro nato a comandar uma frota naval empregada em operações militares. Seu nome batiza a Fragata Jerônimo de Albuquerque (F201), segunda embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, lançada ao mar em 2025. A importância de Jerônimo de Albuquerque foi reconhecida ao liderar a expulsão dos franceses do Maranhão, em 1615. Na ocasião, comandava uma flotilha composta por quatro embarcações à vela, conduzindo cerca de 100 homens. À época, os franceses buscavam estabelecer-se na região, negociando com povos indígenas do litoral, atraídos pelos produtos locais e pela alta demanda da indústria têxtil europeia. Filho de um português de mesmo nome e da indígena tupi Maria do Espírito Santo Arcoverde, Jerônimo de Albuquerque falava fluentemente o tupi e o português. Sua capacidade de articular interesses portugueses com a cultura indígena, aliada a um aguçado senso de liderança, permitiu-lhe atuar como elo entre dois mundos distintos, fator decisivo para o êxito das ações militares e políticas na região. Após o conflito, passou a responder pelo Forte dos Reis Magos, construído pelos portugueses na foz do Rio Grande, na atual cidade de Natal (RN), um dos marcos históricos da fundação da cidade. Em reconhecimento aos serviços prestados à Coroa, foi nomeado o primeiro Governador do Maranhão, consolidando seu papel na defesa e na formação do território brasileiro. Jerônimo de Albuquerque – A defesa do território brasileiro Figura de destaque na defesa do território brasileiro contra invasões estrangeiras no século XVII, Jerônimo de Albuquerque foi o primeiro brasileiro nato a comandar uma frota naval empregada em operações militares. Seu nome batiza a Fragata Jerônimo de Albuquerque (F201), segunda embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, lançada ao mar em 2025. A importância de Jerônimo de Albuquerque foi reconhecida ao liderar a expulsão dos franceses do Maranhão, em 1615. Na ocasião, comandava uma flotilha composta por quatro embarcações à vela, conduzindo cerca de 100 homens. À época, os franceses buscavam estabelecer-se na região, negociando com povos indígenas do litoral, atraídos pelos produtos locais e pela alta demanda da indústria têxtil europeia. Filho de um português de mesmo nome e da indígena tupi Maria do Espírito Santo Arcoverde, Jerônimo de Albuquerque falava fluentemente o tupi e o português. Sua capacidade de articular interesses portugueses com a cultura indígena, aliada a um aguçado senso de liderança, permitiu-lhe atuar como elo entre dois mundos distintos, fator decisivo para o êxito das ações militares e políticas na região. Após o conflito, passou a responder pelo Forte dos Reis Magos, construído pelos portugueses na foz do Rio Grande, na atual cidade de Natal (RN), um dos marcos históricos da fundação da cidade. Em reconhecimento aos serviços prestados à Coroa, foi nomeado o primeiro Governador do Maranhão, consolidando seu papel na defesa e na formação do território brasileiro. Jerônimo de Albuquerque Luís da Cunha Moreira – A construção da Marinha Nacional Assim como Jerônimo de Albuquerque, Luís da Cunha Moreira construiu uma trajetória marcada pelo acúmulo de experiências e pela ascensão progressiva ao longo da carreira naval. Seu nome batiza a Fragata Luís da Cunha Moreira (F202), terceira embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, atualmente em construção. Baiano, nascido em 1º de outubro de 1777, Cunha Moreira seguiu para Portugal a fim de completar sua formação e ingressou na Armada Real em 1795. Ao longo de seus diversos embarques, participou da Esquadra Luso-Britânica responsável pela transferência da Família Real portuguesa para o Brasil. Destacou-se também por sua participação na conquista da Cisplatina e na repressão à Revolução Pernambucana, em 1817. Foi o primeiro militar genuinamente brasileiro a exercer o cargo de Ministro da Marinha. No desempenho de funções estratégicas, ocupou cargos relevantes, entre eles o de Comandante da Academia Nacional e Imperial dos Guarda-Marinha, instituição que deu origem à atual Escola Naval. Contudo, seu maior desafio ocorreu durante as Campanhas da Independência, quando coube a ele conduzir o processo de formação e organização da então incipiente Armada Nacional e Imperial, à frente da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha. Em meio às incertezas daquele período, liderou a Comissão encarregada de avaliar o apoio dos oficiais portugueses que permaneceram na Corte à causa nacional. Diante do número reduzido e da lealdade considerada incerta desses militares, optou pela contratação de oficiais estrangeiros, que se tornaram elementos decisivos para a Força Naval, como o Almirante Lord Thomas Cochrane, então Comandante-em-Chefe da Esquadra, além de John Taylor e John Grenfell. Mesmo após sua passagem para a reserva, Cunha Moreira permaneceu atuando como Conselheiro de Guerra, demonstrando permanente compromisso com a defesa e o aprimoramento das Forças Armadas. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da Independência política brasileira, especialmente ao estruturar o funcionamento regular do mecanismo administrativo da Marinha, coordenando seus diferentes órgãos e contribuindo de forma decisiva para a afirmação da soberania

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