Marinha do Brasil inicia nesta segunda-feira (13) o III Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE 2026)

A Marinha do Brasil inicia nesta segunda-feira, 13 de julho, a terceira edição do Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (III CCJACE 2026), uma das mais importantes iniciativas de integração entre as Forças Armadas e a imprensa brasileira. Promovido pela Marinha do Brasil, o III CCJACE 2026 conta com a parceria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), além do apoio da Condor Tecnologias Não Letais. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. A iniciativa reúne jornalistas e estudantes de comunicação de diversas regiões do Brasil em uma imersão operacional que proporciona conhecimentos técnicos, vivências práticas e uma aproximação direta com a realidade das instituições de Defesa e Segurança Pública, consolidando-se como uma experiência de grande relevância para a formação de comunicadores especializados. Entre os veículos de comunicação selecionados para participar desta edição está o Zona de Manobra, representado por seu editor-chefe e criador, Jhonanta Marcelino, que acompanhará todas as atividades do curso entre os dias 13 e 17 de julho, diretamente do Complexo Naval da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Ao longo da programação, o Zona de Manobra produzirá uma cobertura especial com reportagens, fotografias, entrevistas e conteúdos exclusivos, mostrando aos leitores os bastidores e as principais atividades desenvolvidas durante uma das mais completas capacitações voltadas ao jornalismo especializado em Defesa realizadas no Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Sobre o CCJACE Criado pela Marinha do Brasil com o objetivo de preparar profissionais da imprensa para atuarem com maior segurança, responsabilidade e conhecimento técnico em cenários de conflito, operações militares, emergências e desastres, o Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE) consolidou-se como uma das mais importantes iniciativas de capacitação para comunicadores especializados na área de Defesa no país. Coordenado pelo Centro de Operações de Paz e Humanitárias de Caráter Naval (COpPazNav), o curso demonstra o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a transparência, a aproximação institucional e a qualificação da imprensa. A iniciativa promove uma imersão entre jornalistas, estudantes de comunicação e militares, permitindo aos participantes conhecer de perto a realidade operacional da Força Naval e dos órgãos de segurança pública. Nas edições anteriores, os participantes tiveram acesso a uma programação que reuniu atividades teóricas e práticas cuidadosamente planejadas para proporcionar uma experiência única de aprendizado. Entre as instruções ministradas estiveram primeiros socorros em áreas de combate, análise e gerenciamento de riscos, técnicas de negociação, conhecimentos sobre armamentos e munições, procedimentos diante de ameaças Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR), atuação em áreas com explosivos improvisados, técnicas de rapel, montagem de acampamentos operacionais, embarque em navios militares e diversas outras atividades que simularam situações reais enfrentadas por militares e profissionais da imprensa em ambientes de elevado risco. A expectativa é que a edição de 2026 mantenha o elevado nível técnico que consagrou o CCJACE como um Ao longo de suas edições, o CCJACE tornou-se uma referência nacional, fortalecendo o intercâmbio de conhecimentos entre a imprensa e as instituições de Defesa, ampliando a compreensão sobre as atividades desenvolvidas pelas Forças Armadas e contribuindo para a formação de comunicadores cada vez mais preparados para informar a sociedade com responsabilidade, precisão e segurança. Mais do que um curso, o CCJACE reafirma o compromisso da Marinha do Brasil com a valorização da comunicação social, a integração com os veículos de imprensa e a difusão da cultura de Defesa, proporcionando aos participantes uma experiência que alia conhecimento técnico, vivência operacional e aproximação com a realidade da Força Naval brasileira. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Acompanhe a cobertura especial Esta é a primeira de uma série de reportagens que o Zona de Manobra publicará sobre o III CCJACE 2026. Durante toda a semana, nossos leitores poderão acompanhar matérias exclusivas mostrando os principais treinamentos, instruções, demonstrações operacionais, entrevistas e bastidores desta importante capacitação promovida pela Marinha do Brasil. Representando o portal, o editor-chefe e criador Jhonanta Marcelino realizará a cobertura completa do curso, trazendo informações diretamente do Complexo Naval da Ilha do Governador, permitindo que o público acompanhe de perto uma experiência única voltada ao jornalismo especializado em Defesa. Além das matérias publicadas em nosso portal, a cobertura será compartilhada diariamente em nossas principais redes sociais. Acompanhe o Zona de Manobra no YouTube, Instagram e TikTok para conferir vídeos exclusivos, imagens, bastidores e conteúdos produzidos diretamente durante o curso. Continue acompanhando o Zona de Manobra. Ao longo dos próximos dias, você terá acesso a uma cobertura completa do III Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE 2026), acompanhando de perto uma das mais importantes iniciativas da Marinha do Brasil voltadas ao fortalecimento da comunicação social e à aproximação entre a Força Naval e os profissionais da imprensa. Assista abaixo videos dos CCJACE’s anteriores: https://youtu.be/YsY7yJM-ks4?si=o3Bbjcn8qpaPKC24https://youtu.be/9liddNEN33s?si=nBTl0B4nlcCBsdwI Por Jhonanta MarcelinoEditor-Chefe e Fundador do Zona de Manobra

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SARP HARPIA

Operação Furnas 2026: SARP HARPIA demonstrou potencial para ampliar as capacidades expedicionárias e a projeção de poder da Marinha do Brasil

A Operação Furnas 2026 foi o cenário escolhido para a demonstração operacional do Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) HARPIA, desenvolvido pela empresa brasileira ADTECH-SD. A apresentação ocorreu em um ambiente que reproduz diversas das condições encontradas em operações expedicionárias, ribeirinhas e de reação rápida conduzidas pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), permitindo avaliar o potencial do sistema como um futuro multiplicador de força para as unidades da Marinha do Brasil. Realizada na ampla área do Lago de Furnas, conhecido como o “Mar de Minas”, a operação reúne o emprego de meios navais, terrestres e aéreos em cenários que exigem elevada mobilidade, capacidade de projeção de poder e ampla consciência situacional. Nesse contexto, os sistemas não tripulados assumem um papel cada vez mais importante ao fornecer informações em tempo real aos comandantes e reduzir a exposição das tropas durante missões de reconhecimento e coleta de inteligência. Durante a demonstração, o HARPIA foi empregado em missões de vigilância, observação e reconhecimento, possibilitando a obtenção de informações sobre áreas de interesse antes do deslocamento das forças terrestres. A capacidade de monitorar grandes extensões, identificar movimentações e transmitir imagens em tempo real representou uma importante oportunidade de aprimoramento das operações conduzidas pelos Fuzileiros Navais e pela Esquadra brasileira. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O ambiente ribeirinho da Operação Furnas proporcionou uma oportunidade especialmente relevante para avaliar a plataforma em um complexo cenário de defesa. Regiões caracterizadas por grandes espelhos d’água, áreas de difícil acesso, margens extensas e múltiplos eixos de aproximação exigem meios capazes de ampliar o alcance da observação e fornecer informações atualizadas de forma contínua. Nesse aspecto, o HARPIA contribuiu para a vigilância de rotas fluviais, reconhecimento de pontos de desembarque, monitoramento de embarcações e apoio às operações de controle de áreas ribeirinhas. A participação do sistema também possui relevância por ocorrer em um contexto de avaliação operacional. O HARPIA vem sendo observado como uma potencial solução para atender às futuras necessidades da Marinha do Brasil, contemplando demandas tanto da Aviação Naval embarcada quanto do Corpo de Fuzileiros Navais, especialmente nas missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), consideradas essenciais para as operações modernas. Projetado para oferecer elevada mobilidade, rápida entrada em operação e reduzida demanda logística, o sistema apresenta características compatíveis com o perfil expedicionário da Marinha do Brasil e do seu Corpo de Fuzileiros Navais. Essas características permitem sua utilização tanto em operações anfíbias realizadas a partir dos meios de superfície da Esquadra quanto em missões ribeirinhas, nas quais a rapidez na obtenção de informações e a capacidade de adaptação ao ambiente operacional são fatores decisivos para o sucesso da missão. A demonstração realizada durante a Operação Furnas 2026 evidenciou, na prática, como o HARPIA pode apoiar as unidades de Fuzileiros Navais em diferentes cenários operacionais, contribuindo para ampliar a consciência situacional, aperfeiçoar o processo de tomada de decisão e aumentar a segurança das tropas em campo. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. Sobre a ADTECH A Advanced Technologies Security & Defense (ADTECH-SD) é uma empresa brasileira reconhecida pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa (EED), especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta performance para segurança pública, defesa territorial e monitoramento estratégico. Com sede em São José dos Campos (SP), a empresa reúne profissionais com décadas de experiência no setor aeronáutico e atua no desenvolvimento e na operação de sistemas avançados de aeronaves não tripuladas, além de soluções integradas de vigilância e inteligência. Seus sistemas são desenvolvidos com foco em elevada autonomia, modularidade e adaptabilidade, atendendo às demandas de missões críticas em ambientes complexos e de alta exigência operacional. Para mais informações sobre o sistema HARPIA e outras soluções: ADTECH-SD E-mail: [contato@adtechsd.com.br] (mailto:contato@adtechsd.com.br) Telefone: +55 (12) 3512-1484 Créditos: ADTECH-SD | GBN Media & Solutions – Assessoria de Imprensa | Edição e adaptação para publicação: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

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Marinha do Brasil mobiliza 120 Fuzileiros Navais para apoiar Defesa Civil no Norte Fluminense após fortes chuvas

Tropa da Força de Resposta Imediata chegou a Cantagalo e Porciúncula seis horas e meia após acionamento, iniciando ações de remoção de entulhos ainda durante a noite. A Marinha do Brasil, por meio do Corpo de Fuzileiros Navais, chegou aos municípios de Cantagalo e Porciúncula, no Norte Fluminense, seis horas e 30 minutos após ser acionada no Rio de Janeiro, com um grupo de 120 militares. A tropa foi empregada para apoiar as ações da Defesa Civil e iniciar os trabalhos de remoção de entulhos ainda durante a noite deste sábado (07/02). As cidades foram severamente afetadas pelas fortes chuvas que atingem o Estado do Rio de Janeiro. A operação evidencia a capacidade da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA), tropa de pronto emprego que atua de forma contínua e integrada em situações de calamidade pública. Neste primeiro momento, estão sendo empregadas 24 viaturas especializadas, tratores e retroescavadeiras, além de recursos tecnológicos avançados, como drones capazes de operar sob condições climáticas adversas. Os equipamentos são utilizados na observação aérea das regiões afetadas, garantindo maior mobilidade, segurança e eficiência no apoio à população. A tropa ficará alojada provisoriamente na Escola Municipal Elestar Caetano Mendes, na região de Euclidelândia. A partir desse ponto, serão conduzidas as ações de apoio humanitário, com ênfase na retirada de detritos, recomposição das vias públicas, restabelecimento de acessos e suporte direto às comunidades isoladas. Os Fuzileiros Navais encontram-se em estado de prontidão, especificamente preparados para atuar no âmbito da FRIDA, ativada em dezembro passado. A iniciativa reforça o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a proteção da vida e o cuidado com a população, atuando de forma coordenada com a Defesa Civil para reduzir os impactos causados por eventos extremos. Foto Marinha do Brasil Histórico de atuação em desastres naturais A experiência acumulada pelo Corpo de Fuzileiros Navais ao longo dos últimos anos tem sido fundamental em cenários de tragédias ambientais. Desde os deslizamentos ocorridos em Nova Friburgo, em 2011, a Marinha do Brasil mantém tropas em regime de prontidão durante o período do verão. Nesse intervalo, a Força atuou em algumas das mais graves emergências ambientais do país, como em Petrópolis, no litoral norte de São Paulo, em São Sebastião e, mais recentemente, no Rio Grande do Sul. Essas operações contribuíram para o desenvolvimento de doutrina, protocolos e capacidades operacionais específicas voltadas à resposta a desastres. https://zonademanobra.com.br/wp-content/uploads/2026/02/video-output-C7A6C769-BDE6-4B99-8EA7-59169E954544-1.mov Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Contato Comando da Força de Fuzileiros da EsquadraAssessoria de Comunicação Social Telefones:(21) 97393-9559 – Tenente Nathalia Canivello(21) 2189-7218 E-mail: comffe.comsoc@marinha.mil.br

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