SARP HARPIA

Operação Furnas 2026: SARP HARPIA demonstrou potencial para ampliar as capacidades expedicionárias e a projeção de poder da Marinha do Brasil

A Operação Furnas 2026 foi o cenário escolhido para a demonstração operacional do Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) HARPIA, desenvolvido pela empresa brasileira ADTECH-SD. A apresentação ocorreu em um ambiente que reproduz diversas das condições encontradas em operações expedicionárias, ribeirinhas e de reação rápida conduzidas pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), permitindo avaliar o potencial do sistema como um futuro multiplicador de força para as unidades da Marinha do Brasil. Realizada na ampla área do Lago de Furnas, conhecido como o “Mar de Minas”, a operação reúne o emprego de meios navais, terrestres e aéreos em cenários que exigem elevada mobilidade, capacidade de projeção de poder e ampla consciência situacional. Nesse contexto, os sistemas não tripulados assumem um papel cada vez mais importante ao fornecer informações em tempo real aos comandantes e reduzir a exposição das tropas durante missões de reconhecimento e coleta de inteligência. Durante a demonstração, o HARPIA foi empregado em missões de vigilância, observação e reconhecimento, possibilitando a obtenção de informações sobre áreas de interesse antes do deslocamento das forças terrestres. A capacidade de monitorar grandes extensões, identificar movimentações e transmitir imagens em tempo real representou uma importante oportunidade de aprimoramento das operações conduzidas pelos Fuzileiros Navais e pela Esquadra brasileira. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O ambiente ribeirinho da Operação Furnas proporcionou uma oportunidade especialmente relevante para avaliar a plataforma em um complexo cenário de defesa. Regiões caracterizadas por grandes espelhos d’água, áreas de difícil acesso, margens extensas e múltiplos eixos de aproximação exigem meios capazes de ampliar o alcance da observação e fornecer informações atualizadas de forma contínua. Nesse aspecto, o HARPIA contribuiu para a vigilância de rotas fluviais, reconhecimento de pontos de desembarque, monitoramento de embarcações e apoio às operações de controle de áreas ribeirinhas. A participação do sistema também possui relevância por ocorrer em um contexto de avaliação operacional. O HARPIA vem sendo observado como uma potencial solução para atender às futuras necessidades da Marinha do Brasil, contemplando demandas tanto da Aviação Naval embarcada quanto do Corpo de Fuzileiros Navais, especialmente nas missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), consideradas essenciais para as operações modernas. Projetado para oferecer elevada mobilidade, rápida entrada em operação e reduzida demanda logística, o sistema apresenta características compatíveis com o perfil expedicionário da Marinha do Brasil e do seu Corpo de Fuzileiros Navais. Essas características permitem sua utilização tanto em operações anfíbias realizadas a partir dos meios de superfície da Esquadra quanto em missões ribeirinhas, nas quais a rapidez na obtenção de informações e a capacidade de adaptação ao ambiente operacional são fatores decisivos para o sucesso da missão. A demonstração realizada durante a Operação Furnas 2026 evidenciou, na prática, como o HARPIA pode apoiar as unidades de Fuzileiros Navais em diferentes cenários operacionais, contribuindo para ampliar a consciência situacional, aperfeiçoar o processo de tomada de decisão e aumentar a segurança das tropas em campo. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. Sobre a ADTECH A Advanced Technologies Security & Defense (ADTECH-SD) é uma empresa brasileira reconhecida pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa (EED), especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta performance para segurança pública, defesa territorial e monitoramento estratégico. Com sede em São José dos Campos (SP), a empresa reúne profissionais com décadas de experiência no setor aeronáutico e atua no desenvolvimento e na operação de sistemas avançados de aeronaves não tripuladas, além de soluções integradas de vigilância e inteligência. Seus sistemas são desenvolvidos com foco em elevada autonomia, modularidade e adaptabilidade, atendendo às demandas de missões críticas em ambientes complexos e de alta exigência operacional. Para mais informações sobre o sistema HARPIA e outras soluções: ADTECH-SD E-mail: [contato@adtechsd.com.br] (mailto:contato@adtechsd.com.br) Telefone: +55 (12) 3512-1484 Créditos: ADTECH-SD | GBN Media & Solutions – Assessoria de Imprensa | Edição e adaptação para publicação: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

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Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Um dos maiores exercícios militares realizados em Minas Gerais, a Operação Furnas 2026 teve início no dia 22 de junho e segue até 3 de julho. Coordenado pelos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil (MB), o treinamento mobiliza cerca de 2 mil militares e uma ampla variedade de meios operativos, entre eles blindados, viaturas anfíbias, embarcações, robôs e drones, empregados em cenários que simulam operações ribeirinhas, ações de apoio à Defesa Civil e missões de paz. Um dos momentos mais importantes da operação ocorrerá em 3 de julho, em São José da Barra (MG), quando será realizada uma demonstração operacional para a imprensa, evidenciando as capacidades expedicionárias e a integração dos diversos meios empregados pela Marinha. Além do exercício militar, a Operação Furnas 2026 também marca as comemorações pelos 100 anos de atuação da Marinha do Brasil em Minas Gerais, reforçando os laços históricos da Instituição com o estado. Operação Furnas 2026, Foto: Marinha do Brasil Entre os principais meios empregados estão os Carros-Lagarta Anfíbios (CLAnf), as Viaturas Blindadas Leves Sobre Rodas (JLTV), as Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas Piranha, a Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit) — nova lancha blindada de alta mobilidade da Marinha —, as viaturas operativas UNIMOG U5000, além de equipamentos para desativação de artefatos explosivos, como robôs, detectores e interferidores de frequência. A operação também utiliza sistemas de comunicações táticas via rádio e satélite, drones, sistemas ópticos, câmeras telescópicas, equipamentos portáteis de raio X e materiais de defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR). Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Logística e capacidade expedicionária A Operação Furnas 2026 evidencia a elevada capacidade logística e expedicionária do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Para a realização do exercício, tropas e equipamentos foram deslocados do Rio de Janeiro até o Sul de Minas Gerais, percorrendo aproximadamente 1.000 quilômetros. O treinamento tem como objetivo aprimorar a atuação das Unidades da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) em operações ribeirinhas, operações de paz e ações interagências, integrando meios terrestres, aéreos e navais da Marinha do Brasil. O exercício também conta com a participação de órgãos municipais e estaduais, fortalecendo a interoperabilidade entre as instituições. Além do aperfeiçoamento operacional, a presença da FFE na região amplia a capacidade de pronta resposta da Marinha e reforça sua presença estratégica no entorno do Lago de Furnas, área de grande relevância para a segurança, a logística e o desenvolvimento nacional. Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Créditos: Capitão de Corveta (T) Fabrício Costa e Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares | Marinha do Brasil | Edição: Zona de Manobra | Editor-chefe: Jhonanta Marcelino.

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Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

A Marinha do Brasil (MB) e a Marinha Nacional da França (MNF) realizaram, entre os dias 23 e 28 de abril de 2026, a Operação “Jeanne d’Arc”, nas regiões do Rio de Janeiro e Mangaratiba. O treinamento teve como principal objetivo aprimorar a capacitação das tropas envolvidas, além de fortalecer os laços de cooperação e amizade entre Brasil e França. Ao todo, participaram cerca de 1.700 militares, sendo aproximadamente 900 brasileiros e 800 franceses. https://youtu.be/sI4XDalfDF4?si=5RvXjlpBvwHAtLU6 Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Durante a operação, diversos meios operativos foram empregados. Pela Marinha Nacional da França, destacou-se o Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude. Já pela Marinha do Brasil, o principal meio foi o Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia. As atividades incluíram uma série de treinamentos conjuntos entre os militares dos dois países, como exercícios de tiro de artilharia, pista de sobrevivência e tiro de precisão, contribuindo para o aprimoramento técnico e tático das tropas. Entre os exercícios realizados, ganhou destaque a simulação de um desembarque anfíbio na Ilha da Marambaia (RJ). A operação envolveu navios, veículos blindados anfíbios e tropas brasileiras e francesas, caracterizando uma Operação Anfíbia na modalidade de assalto. Esse tipo de operação é considerado de elevada complexidade, pois consiste em um ataque lançado a partir do mar por forças navais e anfíbias, com o objetivo de projetar poder e desembarcar tropas em um litoral considerado hostil. Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil A operação contou ainda com a participação de uma Unidade Anfíbia da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), da Marinha do Brasil, além do emprego dos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia (NDCC G-25), Fragata Defensora (F-41), Submarino Humaitá (S-41), Embarcação de Desembarque de Carga Geral Marambaia (EDCG L-20), helicópteros Seahawk (SH-16), Super Lynx (AH-11B) e Esquilo (UH-12), Carro-Lagarta Anfíbio (CLAnf), Viatura Blindada Leve Sobre Rodas (JLTV), Viatura Blindada Especial Sobre Rodas (Piranha) e Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit). Pelo lado francês, a Marinha Nacional da França e a 9ª Brigada do Exército Francês empregaram os seguintes meios: Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude, Fragata Aconit, Navio de Apoio Logístico Jacques Stosskopf, helicópteros Gazelle, Caïman e Dauphin, além das Embarcações de Desembarque Rápido (EDAR) e Anfíbio (EDAS), bem como o Veículo Blindado Multiuso Griffon e o Veículo Blindado Leve (VBL). A Operação “Jeanne d’Arc” integra um conjunto de iniciativas voltadas à cooperação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, técnicas e procedimentos entre as forças envolvidas. A parceria entre Brasil e França reforça o compromisso conjunto com a segurança marítima e o desenvolvimento de capacidades operacionais combinadas. Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil

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Fuzileiros Navais iniciam intercâmbio operativo na França durante a Operação “Orion”

Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil deram início à participação na Operação “Orion”, um dos exercícios militares mais complexos coordenados pela Marinha da França. A presença do contingente brasileiro reforça a interoperabilidade entre as forças e amplia a cooperação estratégica entre Brasil e França em um cenário de treinamento de alta intensidade. Nos primeiros dias, a tropa enfrentou uma intensa agenda logística e de aclimatação, etapa fundamental para a adaptação aos padrões operacionais exigidos em exercícios conduzidos sob parâmetros da OTAN. A ambientação incluiu ajustes técnicos, integração de sistemas e alinhamento doutrinário com as forças francesas. Foto Marinha do Brasil A preparação teve início no 126° Regimento de Infantaria (126e RI), sediado em Brive-la-Gaillarde, conhecido como “Bisons”. No local, foram realizadas instruções específicas sobre armamento, técnicas de tiro, combate aproximado e integração ao sistema francês de Comando e Controle (C2), assegurando a interoperabilidade entre as tropas. O fator climático também se apresentou como desafio relevante. Com temperaturas variando entre 3°C e 9°C, os militares brasileiros participaram de treinamentos voltados à atuação em ambiente de frio rigoroso, incluindo marchas táticas com carga completa, testando resistência física e adaptação ao peso do equipamento sob condições adversas. Foto Marinha do Brasil Concluída a fase preparatória em terra, os 16 militares brasileiros, entre oficiais e praças, seguiram para a etapa naval da missão, embarcando no Porte-Hélicoptères Amphibie (PHA) “Mistral”, uma das embarcações mais modernas da Marinha Francesa. A bordo, participam de ensaios preparatórios para operações anfíbias de grande escala em território simulado de conflito. A Operação “Orion” segue até o dia 4 de março, fortalecendo os laços de amizade, cooperação e integração militar entre Brasil e França. Créditos:Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares Fonte: Agência Marinha de Notícias Imagens: Marinha do Brasil / Arquivo

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Força de Fuzileiros da Esquadra celebra 69 anos com cerimônia militar na Ilha do Governador

A Marinha do Brasil realizou, na sexta-feira (06/02), às 10h, no Comando da Divisão Anfíbia, localizado na Ilha do Governador (RJ), uma cerimônia militar em comemoração aos 69 anos da Força de Fuzileiros da Esquadra, conhecida como a “Força que vem do mar”. O evento contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. Foto Marinha do Brasil Durante a solenidade, foram premiados militares que se destacaram ao longo de suas carreiras, em razão do maior número de dias em manobras e exercícios, bem como pelo maior tempo de tropa. O público também pôde acompanhar o desfile de uma Unidade Anfíbia (UAnf), de uma representação da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN) e de jovens participantes do Programa Forças do Esporte (PROFESP). A Força de Fuzileiros da Esquadra foi criada pelos Decretos nº 40.862, de 6 de fevereiro de 1957, e nº 41.352-A, de 22 de abril de 1957, da Presidência da República. Parcela operativa do Corpo de Fuzileiros Navais e do Conjugado Anfíbio da Marinha do Brasil, a Organização Militar tem como missão preparar e prover Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais para operações e ações de guerra naval e demais situações de emprego previstas na Doutrina Militar Naval. Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Entre suas principais características destacam-se a capacidade de pronto emprego, o caráter anfíbio e a vocação expedicionária. Créditos:Assessoria de Comunicação Social do ComFFE (ComSoc) Edição editorial:Zona de Manobra

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EDCG: o elo decisivo entre o navio e a praia nas operações anfíbias da Marinha do Brasil

As Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) desempenham um papel fundamental nas operações anfíbias da Marinha do Brasil. São elas as responsáveis por executar o chamado Movimento Navio–Terra, transportando tropas, viaturas e equipamentos diretamente dos navios para a praia, garantindo rapidez, segurança e continuidade no desembarque das forças. Projetadas para operar em ambientes costeiros e áreas de difícil acesso, as EDCGs possuem grande capacidade de carga e robustez estrutural, permitindo o transporte simultâneo de militares, armamentos e veículos — incluindo viaturas blindadas e meios anfíbios. Essa versatilidade faz dessas embarcações um dos pilares do poder anfíbio da Força Naval. Desde cedo, um espetáculo visto das areias da Praia de Itaoca-ES  “Desde pequeno, acompanho as manobras da Marinha do Brasil aqui em Itaoca, no Espírito Santo. Eu não via a hora de chegar o dia em que os navios surgiam no horizonte, ainda bem cedo, fundeados na direção da Ilha dos Franceses. Era o sinal de que algo grande estava prestes a acontecer. Eu e meus primos pegávamos as bicicletas e corríamos para a região que, para nós nativos, sempre foi conhecida como “Mareterra”, área próxima à base dos Fuzileiros Navais. De longe, já começávamos a enxergar as EDCGs avançando em direção à praia. Naquele momento, não havia dúvida: elas viriam para descarregar tropas e viaturas. E era exatamente isso que nos encantava. As EDCGs encostavam na areia e, em questão de minutos, desembarcavam militares e meios com uma precisão impressionante. Tudo acontecia de forma extremamente sincronizada, rápida e organizada — como se estivéssemos assistindo a uma cena real de guerra. Logo após o desembarque, a embarcação retornava ao mar para buscar mais tropas e equipamentos. Um ciclo contínuo, eficiente e fascinante. Confesso: assistir a isso por tantos anos moldou meu olhar sobre as Operações Anfíbias. As EDCGs são simplesmente incríveis. Um sonho pessoal que carrego até hoje é, quem sabe um dia, conseguir registrar imagens de dentro de uma EDCG, mostrando a sensação real de chegar à praia a bordo dela — algo que lembra, guardadas as proporções, um verdadeiro “Dia D” brasileiro.” Um meio essencial do poder anfíbio Mais do que o impacto visual, as EDCGs representam a capacidade real da Marinha de projetar poder do mar para terra. Elas permitem que a Força de Fuzileiros Navais atue com rapidez em operações militares, ações humanitárias, apoio à Defesa Civil e exercícios de adestramento em todo o litoral brasileiro. São embarcações que simbolizam mobilidade, prontidão e integração entre os meios navais e terrestres — características essenciais para uma força anfíbia moderna. Confesso que ainda carrego um sonho pessoal: um dia poder registrar de dentro de uma EDCG essa experiência única, mostrando como é chegar à praia a bordo de uma embarcação dessas, sentindo de perto a adrenalina e a imponência de uma operação anfíbia — algo que, para quem cresceu assistindo da areia, seria simplesmente inesquecível. Fonte das informações técnicas: Marinha do Brasil 

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