Marinha do Brasil inicia nesta segunda-feira (13) o III Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE 2026)

A Marinha do Brasil inicia nesta segunda-feira, 13 de julho, a terceira edição do Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (III CCJACE 2026), uma das mais importantes iniciativas de integração entre as Forças Armadas e a imprensa brasileira. Promovido pela Marinha do Brasil, o III CCJACE 2026 conta com a parceria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), além do apoio da Condor Tecnologias Não Letais. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. A iniciativa reúne jornalistas e estudantes de comunicação de diversas regiões do Brasil em uma imersão operacional que proporciona conhecimentos técnicos, vivências práticas e uma aproximação direta com a realidade das instituições de Defesa e Segurança Pública, consolidando-se como uma experiência de grande relevância para a formação de comunicadores especializados. Entre os veículos de comunicação selecionados para participar desta edição está o Zona de Manobra, representado por seu editor-chefe e criador, Jhonanta Marcelino, que acompanhará todas as atividades do curso entre os dias 13 e 17 de julho, diretamente do Complexo Naval da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Ao longo da programação, o Zona de Manobra produzirá uma cobertura especial com reportagens, fotografias, entrevistas e conteúdos exclusivos, mostrando aos leitores os bastidores e as principais atividades desenvolvidas durante uma das mais completas capacitações voltadas ao jornalismo especializado em Defesa realizadas no Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Sobre o CCJACE Criado pela Marinha do Brasil com o objetivo de preparar profissionais da imprensa para atuarem com maior segurança, responsabilidade e conhecimento técnico em cenários de conflito, operações militares, emergências e desastres, o Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE) consolidou-se como uma das mais importantes iniciativas de capacitação para comunicadores especializados na área de Defesa no país. Coordenado pelo Centro de Operações de Paz e Humanitárias de Caráter Naval (COpPazNav), o curso demonstra o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a transparência, a aproximação institucional e a qualificação da imprensa. A iniciativa promove uma imersão entre jornalistas, estudantes de comunicação e militares, permitindo aos participantes conhecer de perto a realidade operacional da Força Naval e dos órgãos de segurança pública. Nas edições anteriores, os participantes tiveram acesso a uma programação que reuniu atividades teóricas e práticas cuidadosamente planejadas para proporcionar uma experiência única de aprendizado. Entre as instruções ministradas estiveram primeiros socorros em áreas de combate, análise e gerenciamento de riscos, técnicas de negociação, conhecimentos sobre armamentos e munições, procedimentos diante de ameaças Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR), atuação em áreas com explosivos improvisados, técnicas de rapel, montagem de acampamentos operacionais, embarque em navios militares e diversas outras atividades que simularam situações reais enfrentadas por militares e profissionais da imprensa em ambientes de elevado risco. A expectativa é que a edição de 2026 mantenha o elevado nível técnico que consagrou o CCJACE como um Ao longo de suas edições, o CCJACE tornou-se uma referência nacional, fortalecendo o intercâmbio de conhecimentos entre a imprensa e as instituições de Defesa, ampliando a compreensão sobre as atividades desenvolvidas pelas Forças Armadas e contribuindo para a formação de comunicadores cada vez mais preparados para informar a sociedade com responsabilidade, precisão e segurança. Mais do que um curso, o CCJACE reafirma o compromisso da Marinha do Brasil com a valorização da comunicação social, a integração com os veículos de imprensa e a difusão da cultura de Defesa, proporcionando aos participantes uma experiência que alia conhecimento técnico, vivência operacional e aproximação com a realidade da Força Naval brasileira. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Atividade realizada durante edição anterior do CCJACE. Foto: Marinha do Brasil. Acompanhe a cobertura especial Esta é a primeira de uma série de reportagens que o Zona de Manobra publicará sobre o III CCJACE 2026. Durante toda a semana, nossos leitores poderão acompanhar matérias exclusivas mostrando os principais treinamentos, instruções, demonstrações operacionais, entrevistas e bastidores desta importante capacitação promovida pela Marinha do Brasil. Representando o portal, o editor-chefe e criador Jhonanta Marcelino realizará a cobertura completa do curso, trazendo informações diretamente do Complexo Naval da Ilha do Governador, permitindo que o público acompanhe de perto uma experiência única voltada ao jornalismo especializado em Defesa. Além das matérias publicadas em nosso portal, a cobertura será compartilhada diariamente em nossas principais redes sociais. Acompanhe o Zona de Manobra no YouTube, Instagram e TikTok para conferir vídeos exclusivos, imagens, bastidores e conteúdos produzidos diretamente durante o curso. Continue acompanhando o Zona de Manobra. Ao longo dos próximos dias, você terá acesso a uma cobertura completa do III Curso de Cobertura Jornalística em Áreas de Combate e em Emergências (CCJACE 2026), acompanhando de perto uma das mais importantes iniciativas da Marinha do Brasil voltadas ao fortalecimento da comunicação social e à aproximação entre a Força Naval e os profissionais da imprensa. Assista abaixo videos dos CCJACE’s anteriores: https://youtu.be/YsY7yJM-ks4?si=o3Bbjcn8qpaPKC24https://youtu.be/9liddNEN33s?si=nBTl0B4nlcCBsdwI Por Jhonanta MarcelinoEditor-Chefe e Fundador do Zona de Manobra

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SARP HARPIA

Operação Furnas 2026: SARP HARPIA demonstrou potencial para ampliar as capacidades expedicionárias e a projeção de poder da Marinha do Brasil

A Operação Furnas 2026 foi o cenário escolhido para a demonstração operacional do Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) HARPIA, desenvolvido pela empresa brasileira ADTECH-SD. A apresentação ocorreu em um ambiente que reproduz diversas das condições encontradas em operações expedicionárias, ribeirinhas e de reação rápida conduzidas pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), permitindo avaliar o potencial do sistema como um futuro multiplicador de força para as unidades da Marinha do Brasil. Realizada na ampla área do Lago de Furnas, conhecido como o “Mar de Minas”, a operação reúne o emprego de meios navais, terrestres e aéreos em cenários que exigem elevada mobilidade, capacidade de projeção de poder e ampla consciência situacional. Nesse contexto, os sistemas não tripulados assumem um papel cada vez mais importante ao fornecer informações em tempo real aos comandantes e reduzir a exposição das tropas durante missões de reconhecimento e coleta de inteligência. Durante a demonstração, o HARPIA foi empregado em missões de vigilância, observação e reconhecimento, possibilitando a obtenção de informações sobre áreas de interesse antes do deslocamento das forças terrestres. A capacidade de monitorar grandes extensões, identificar movimentações e transmitir imagens em tempo real representou uma importante oportunidade de aprimoramento das operações conduzidas pelos Fuzileiros Navais e pela Esquadra brasileira. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O ambiente ribeirinho da Operação Furnas proporcionou uma oportunidade especialmente relevante para avaliar a plataforma em um complexo cenário de defesa. Regiões caracterizadas por grandes espelhos d’água, áreas de difícil acesso, margens extensas e múltiplos eixos de aproximação exigem meios capazes de ampliar o alcance da observação e fornecer informações atualizadas de forma contínua. Nesse aspecto, o HARPIA contribuiu para a vigilância de rotas fluviais, reconhecimento de pontos de desembarque, monitoramento de embarcações e apoio às operações de controle de áreas ribeirinhas. A participação do sistema também possui relevância por ocorrer em um contexto de avaliação operacional. O HARPIA vem sendo observado como uma potencial solução para atender às futuras necessidades da Marinha do Brasil, contemplando demandas tanto da Aviação Naval embarcada quanto do Corpo de Fuzileiros Navais, especialmente nas missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), consideradas essenciais para as operações modernas. Projetado para oferecer elevada mobilidade, rápida entrada em operação e reduzida demanda logística, o sistema apresenta características compatíveis com o perfil expedicionário da Marinha do Brasil e do seu Corpo de Fuzileiros Navais. Essas características permitem sua utilização tanto em operações anfíbias realizadas a partir dos meios de superfície da Esquadra quanto em missões ribeirinhas, nas quais a rapidez na obtenção de informações e a capacidade de adaptação ao ambiente operacional são fatores decisivos para o sucesso da missão. A demonstração realizada durante a Operação Furnas 2026 evidenciou, na prática, como o HARPIA pode apoiar as unidades de Fuzileiros Navais em diferentes cenários operacionais, contribuindo para ampliar a consciência situacional, aperfeiçoar o processo de tomada de decisão e aumentar a segurança das tropas em campo. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. O SARP HARPIA durante a Operação Furnas 2026. Foto: Jornalista Angelo Nicolaci. Sobre a ADTECH A Advanced Technologies Security & Defense (ADTECH-SD) é uma empresa brasileira reconhecida pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa (EED), especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta performance para segurança pública, defesa territorial e monitoramento estratégico. Com sede em São José dos Campos (SP), a empresa reúne profissionais com décadas de experiência no setor aeronáutico e atua no desenvolvimento e na operação de sistemas avançados de aeronaves não tripuladas, além de soluções integradas de vigilância e inteligência. Seus sistemas são desenvolvidos com foco em elevada autonomia, modularidade e adaptabilidade, atendendo às demandas de missões críticas em ambientes complexos e de alta exigência operacional. Para mais informações sobre o sistema HARPIA e outras soluções: ADTECH-SD E-mail: [contato@adtechsd.com.br] (mailto:contato@adtechsd.com.br) Telefone: +55 (12) 3512-1484 Créditos: ADTECH-SD | GBN Media & Solutions – Assessoria de Imprensa | Edição e adaptação para publicação: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

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Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Operação Furnas reúne 2 mil militares, blindados, robôs e drones no “Mar de Minas”

Um dos maiores exercícios militares realizados em Minas Gerais, a Operação Furnas 2026 teve início no dia 22 de junho e segue até 3 de julho. Coordenado pelos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil (MB), o treinamento mobiliza cerca de 2 mil militares e uma ampla variedade de meios operativos, entre eles blindados, viaturas anfíbias, embarcações, robôs e drones, empregados em cenários que simulam operações ribeirinhas, ações de apoio à Defesa Civil e missões de paz. Um dos momentos mais importantes da operação ocorrerá em 3 de julho, em São José da Barra (MG), quando será realizada uma demonstração operacional para a imprensa, evidenciando as capacidades expedicionárias e a integração dos diversos meios empregados pela Marinha. Além do exercício militar, a Operação Furnas 2026 também marca as comemorações pelos 100 anos de atuação da Marinha do Brasil em Minas Gerais, reforçando os laços históricos da Instituição com o estado. Operação Furnas 2026, Foto: Marinha do Brasil Entre os principais meios empregados estão os Carros-Lagarta Anfíbios (CLAnf), as Viaturas Blindadas Leves Sobre Rodas (JLTV), as Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas Piranha, a Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit) — nova lancha blindada de alta mobilidade da Marinha —, as viaturas operativas UNIMOG U5000, além de equipamentos para desativação de artefatos explosivos, como robôs, detectores e interferidores de frequência. A operação também utiliza sistemas de comunicações táticas via rádio e satélite, drones, sistemas ópticos, câmeras telescópicas, equipamentos portáteis de raio X e materiais de defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR). Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Logística e capacidade expedicionária A Operação Furnas 2026 evidencia a elevada capacidade logística e expedicionária do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Para a realização do exercício, tropas e equipamentos foram deslocados do Rio de Janeiro até o Sul de Minas Gerais, percorrendo aproximadamente 1.000 quilômetros. O treinamento tem como objetivo aprimorar a atuação das Unidades da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) em operações ribeirinhas, operações de paz e ações interagências, integrando meios terrestres, aéreos e navais da Marinha do Brasil. O exercício também conta com a participação de órgãos municipais e estaduais, fortalecendo a interoperabilidade entre as instituições. Além do aperfeiçoamento operacional, a presença da FFE na região amplia a capacidade de pronta resposta da Marinha e reforça sua presença estratégica no entorno do Lago de Furnas, área de grande relevância para a segurança, a logística e o desenvolvimento nacional. Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Operação Furnas 2026 Foto: Marinha do Brasil Créditos: Capitão de Corveta (T) Fabrício Costa e Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares | Marinha do Brasil | Edição: Zona de Manobra | Editor-chefe: Jhonanta Marcelino.

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Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

Operação Jeanne d’Arc 2026 reúne 1.700 militares do Brasil e da França em exercício no Rio de Janeiro

A Marinha do Brasil (MB) e a Marinha Nacional da França (MNF) realizaram, entre os dias 23 e 28 de abril de 2026, a Operação “Jeanne d’Arc”, nas regiões do Rio de Janeiro e Mangaratiba. O treinamento teve como principal objetivo aprimorar a capacitação das tropas envolvidas, além de fortalecer os laços de cooperação e amizade entre Brasil e França. Ao todo, participaram cerca de 1.700 militares, sendo aproximadamente 900 brasileiros e 800 franceses. https://youtu.be/sI4XDalfDF4?si=5RvXjlpBvwHAtLU6 Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Durante a operação, diversos meios operativos foram empregados. Pela Marinha Nacional da França, destacou-se o Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude. Já pela Marinha do Brasil, o principal meio foi o Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia. As atividades incluíram uma série de treinamentos conjuntos entre os militares dos dois países, como exercícios de tiro de artilharia, pista de sobrevivência e tiro de precisão, contribuindo para o aprimoramento técnico e tático das tropas. Entre os exercícios realizados, ganhou destaque a simulação de um desembarque anfíbio na Ilha da Marambaia (RJ). A operação envolveu navios, veículos blindados anfíbios e tropas brasileiras e francesas, caracterizando uma Operação Anfíbia na modalidade de assalto. Esse tipo de operação é considerado de elevada complexidade, pois consiste em um ataque lançado a partir do mar por forças navais e anfíbias, com o objetivo de projetar poder e desembarcar tropas em um litoral considerado hostil. Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil A operação contou ainda com a participação de uma Unidade Anfíbia da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), da Marinha do Brasil, além do emprego dos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia (NDCC G-25), Fragata Defensora (F-41), Submarino Humaitá (S-41), Embarcação de Desembarque de Carga Geral Marambaia (EDCG L-20), helicópteros Seahawk (SH-16), Super Lynx (AH-11B) e Esquilo (UH-12), Carro-Lagarta Anfíbio (CLAnf), Viatura Blindada Leve Sobre Rodas (JLTV), Viatura Blindada Especial Sobre Rodas (Piranha) e Embarcação de Desembarque Litorâneo (EDLit). Pelo lado francês, a Marinha Nacional da França e a 9ª Brigada do Exército Francês empregaram os seguintes meios: Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude, Fragata Aconit, Navio de Apoio Logístico Jacques Stosskopf, helicópteros Gazelle, Caïman e Dauphin, além das Embarcações de Desembarque Rápido (EDAR) e Anfíbio (EDAS), bem como o Veículo Blindado Multiuso Griffon e o Veículo Blindado Leve (VBL). A Operação “Jeanne d’Arc” integra um conjunto de iniciativas voltadas à cooperação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, técnicas e procedimentos entre as forças envolvidas. A parceria entre Brasil e França reforça o compromisso conjunto com a segurança marítima e o desenvolvimento de capacidades operacionais combinadas. Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil Operação Jeanne d’Arc 2026 Fonte: Marinha do Brasil

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Fuzileiros Navais iniciam intercâmbio operativo na França durante a Operação “Orion”

Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil deram início à participação na Operação “Orion”, um dos exercícios militares mais complexos coordenados pela Marinha da França. A presença do contingente brasileiro reforça a interoperabilidade entre as forças e amplia a cooperação estratégica entre Brasil e França em um cenário de treinamento de alta intensidade. Nos primeiros dias, a tropa enfrentou uma intensa agenda logística e de aclimatação, etapa fundamental para a adaptação aos padrões operacionais exigidos em exercícios conduzidos sob parâmetros da OTAN. A ambientação incluiu ajustes técnicos, integração de sistemas e alinhamento doutrinário com as forças francesas. Foto Marinha do Brasil A preparação teve início no 126° Regimento de Infantaria (126e RI), sediado em Brive-la-Gaillarde, conhecido como “Bisons”. No local, foram realizadas instruções específicas sobre armamento, técnicas de tiro, combate aproximado e integração ao sistema francês de Comando e Controle (C2), assegurando a interoperabilidade entre as tropas. O fator climático também se apresentou como desafio relevante. Com temperaturas variando entre 3°C e 9°C, os militares brasileiros participaram de treinamentos voltados à atuação em ambiente de frio rigoroso, incluindo marchas táticas com carga completa, testando resistência física e adaptação ao peso do equipamento sob condições adversas. Foto Marinha do Brasil Concluída a fase preparatória em terra, os 16 militares brasileiros, entre oficiais e praças, seguiram para a etapa naval da missão, embarcando no Porte-Hélicoptères Amphibie (PHA) “Mistral”, uma das embarcações mais modernas da Marinha Francesa. A bordo, participam de ensaios preparatórios para operações anfíbias de grande escala em território simulado de conflito. A Operação “Orion” segue até o dia 4 de março, fortalecendo os laços de amizade, cooperação e integração militar entre Brasil e França. Créditos:Primeiro-Tenente (T) Ederson Soares Fonte: Agência Marinha de Notícias Imagens: Marinha do Brasil / Arquivo

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Marinha do Brasil mobiliza 120 Fuzileiros Navais para apoiar Defesa Civil no Norte Fluminense após fortes chuvas

Tropa da Força de Resposta Imediata chegou a Cantagalo e Porciúncula seis horas e meia após acionamento, iniciando ações de remoção de entulhos ainda durante a noite. A Marinha do Brasil, por meio do Corpo de Fuzileiros Navais, chegou aos municípios de Cantagalo e Porciúncula, no Norte Fluminense, seis horas e 30 minutos após ser acionada no Rio de Janeiro, com um grupo de 120 militares. A tropa foi empregada para apoiar as ações da Defesa Civil e iniciar os trabalhos de remoção de entulhos ainda durante a noite deste sábado (07/02). As cidades foram severamente afetadas pelas fortes chuvas que atingem o Estado do Rio de Janeiro. A operação evidencia a capacidade da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA), tropa de pronto emprego que atua de forma contínua e integrada em situações de calamidade pública. Neste primeiro momento, estão sendo empregadas 24 viaturas especializadas, tratores e retroescavadeiras, além de recursos tecnológicos avançados, como drones capazes de operar sob condições climáticas adversas. Os equipamentos são utilizados na observação aérea das regiões afetadas, garantindo maior mobilidade, segurança e eficiência no apoio à população. A tropa ficará alojada provisoriamente na Escola Municipal Elestar Caetano Mendes, na região de Euclidelândia. A partir desse ponto, serão conduzidas as ações de apoio humanitário, com ênfase na retirada de detritos, recomposição das vias públicas, restabelecimento de acessos e suporte direto às comunidades isoladas. Os Fuzileiros Navais encontram-se em estado de prontidão, especificamente preparados para atuar no âmbito da FRIDA, ativada em dezembro passado. A iniciativa reforça o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a proteção da vida e o cuidado com a população, atuando de forma coordenada com a Defesa Civil para reduzir os impactos causados por eventos extremos. Foto Marinha do Brasil Histórico de atuação em desastres naturais A experiência acumulada pelo Corpo de Fuzileiros Navais ao longo dos últimos anos tem sido fundamental em cenários de tragédias ambientais. Desde os deslizamentos ocorridos em Nova Friburgo, em 2011, a Marinha do Brasil mantém tropas em regime de prontidão durante o período do verão. Nesse intervalo, a Força atuou em algumas das mais graves emergências ambientais do país, como em Petrópolis, no litoral norte de São Paulo, em São Sebastião e, mais recentemente, no Rio Grande do Sul. Essas operações contribuíram para o desenvolvimento de doutrina, protocolos e capacidades operacionais específicas voltadas à resposta a desastres. https://zonademanobra.com.br/wp-content/uploads/2026/02/video-output-C7A6C769-BDE6-4B99-8EA7-59169E954544-1.mov Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Contato Comando da Força de Fuzileiros da EsquadraAssessoria de Comunicação Social Telefones:(21) 97393-9559 – Tenente Nathalia Canivello(21) 2189-7218 E-mail: comffe.comsoc@marinha.mil.br

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Força de Fuzileiros da Esquadra celebra 69 anos com cerimônia militar na Ilha do Governador

A Marinha do Brasil realizou, na sexta-feira (06/02), às 10h, no Comando da Divisão Anfíbia, localizado na Ilha do Governador (RJ), uma cerimônia militar em comemoração aos 69 anos da Força de Fuzileiros da Esquadra, conhecida como a “Força que vem do mar”. O evento contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. Foto Marinha do Brasil Durante a solenidade, foram premiados militares que se destacaram ao longo de suas carreiras, em razão do maior número de dias em manobras e exercícios, bem como pelo maior tempo de tropa. O público também pôde acompanhar o desfile de uma Unidade Anfíbia (UAnf), de uma representação da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN) e de jovens participantes do Programa Forças do Esporte (PROFESP). A Força de Fuzileiros da Esquadra foi criada pelos Decretos nº 40.862, de 6 de fevereiro de 1957, e nº 41.352-A, de 22 de abril de 1957, da Presidência da República. Parcela operativa do Corpo de Fuzileiros Navais e do Conjugado Anfíbio da Marinha do Brasil, a Organização Militar tem como missão preparar e prover Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais para operações e ações de guerra naval e demais situações de emprego previstas na Doutrina Militar Naval. Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil Entre suas principais características destacam-se a capacidade de pronto emprego, o caráter anfíbio e a vocação expedicionária. Créditos:Assessoria de Comunicação Social do ComFFE (ComSoc) Edição editorial:Zona de Manobra

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Amazônia Azul – Grito de Aço: um álbum que nasce do respeito, da memória e da paixão pela Marinha do Brasil

Este projeto foi plantado em meu coração há muitos anos. Ele nasceu de um sentimento construído ainda na infância, alimentado pelo convívio visual, cultural e simbólico com a Marinha do Brasil. Criado em Itaoca Praia, no Espírito Santo, cresci acompanhando de perto as manobras e os treinamentos realizados na região, onde a presença da Força Naval sempre foi marcante. Crescer vendo navios, meios anfíbios, aeronaves e, principalmente, os Fuzileiros Navais em ação despertou em mim algo que nunca se apagou: respeito, orgulho e fascínio. Essa convivência visual e cultural moldou minha visão e criou uma ligação genuína com a Força Naval, mesmo sem jamais ter feito parte dela. A partir dessa vivência, nasceu o desejo de transformar admiração em homenagem. O álbum Amazônia Azul – Grito de Aço surge como um tributo sincero aos homens e mulheres da Marinha do Brasil, construído com profundo respeito à hierarquia, à tradição e à história da Força. As músicas apresentam uma linguagem contemporânea, com forte influência do rock, buscando dialogar com uma geração jovem, especialmente com aqueles que sonham em ingressar na Marinha e servir ao País. “É fundamental destacar que este trabalho não tem qualquer intenção de substituir, modificar ou descaracterizar as canções clássicas da Marinha do Brasil. Obras como Cisne Branco e Soldados da Liberdade permanecem intocáveis em seu valor histórico, simbólico e emocional. Elas são referências que admiro profundamente e que continuam sendo pilares da identidade naval brasileira. O álbum nasce ao lado da tradição, nunca acima dela.” Dentro do projeto, apresento três músicas de autoria própria, criadas com cuidado, responsabilidade e propósito. A faixa Amazônia Azul – Grito de Aço, que dá nome ao álbum, representa a soberania marítima brasileira, a prontidão permanente e a união entre marinheiros e fuzileiros na defesa do mar, da terra e da missão. O “grito de aço” simboliza a força coletiva, o metal dos meios navais e a determinação silenciosa de quem protege a Amazônia Azul. A música Recruta Fuzileiro Naval retrata a jornada de transformação vivida durante o processo de formação, desde o impacto inicial até a consolidação do espírito de corpo. A letra aborda o medo, a disciplina, o esforço físico e mental, mas, principalmente, a fraternidade que nasce entre aqueles que compartilham o mesmo desafio. Esta canção é dedicada a dois grandes amigos de infância, José Carlos Sena Lima, Sargento Fuzileiro Naval, e Ackila Garcia Carvalho, que, mesmo seguindo hoje outro caminho fora da Marinha, representam todos os homens que passaram pelo rigor do recrutamento e da formação, levando consigo os valores aprendidos nesse processo. A faixa Asas da Imensidão é uma homenagem à Aviação Naval da Marinha do Brasil. A letra destaca a precisão, a coragem e o senso de dever daqueles que operam no limite entre o céu e o mar. Voar, nesse contexto, não é busca por glória, mas um compromisso permanente com a soberania nacional, com a vigilância e com a proteção do País. O álbum também inclui a música Oração dos Comandos Anfíbios, construída a partir de um texto tradicional que expressa fé, coragem e espírito de sacrifício. Transformada em melodia, a canção assume o caráter de um hino solene, criado como uma homenagem direta aos Comandos Anfíbios. A música foi idealizada a partir de um pedido especial de José Carlos Sena Lima, amigo de infância e Sargento Fuzileiro Naval, cuja trajetória inspirou parte significativa deste trabalho. Completa o álbum a Canção da Infantaria, uma homenagem às infantarias das três Forças Armadas. A música reconhece o combatente que avança a pé, que sustenta a linha, enfrenta o terreno, o clima e o desgaste, representando a base da força militar brasileira. Com a criação do canal Zona de Manobra, passei a registrar cenas reais das manobras realizadas pela Marinha do Brasil em Itaoca Praia, no Espírito Santo. Foi nesse contexto que surgiu a ideia de unir o conteúdo visual real às músicas autorais, transformando um sonho antigo em um projeto concreto. O resultado superou as expectativas iniciais e ganhou forma como um trabalho artístico completo, hoje disponível nos principais serviços de streaming. Amazônia Azul – Grito de Aço é mais do que um álbum. É memória, respeito e gratidão. É a expressão de alguém que cresceu olhando para o mar e aprendeu, desde cedo, a admirar e honrar aqueles que o defendem. Para quem deseja conhecer o álbum Amazônia Azul – Grito de Aço na íntegra, todas as faixas estão disponíveis nos principais serviços de streaming. O projeto pode ser ouvido no Spotify, Apple Music e YouTube Music, permitindo acesso completo às músicas que homenageiam a Marinha do Brasil, seus valores, tradições e diferentes áreas de atuação. Acesse pelos links abaixo: Editor Chefe do Zona de Manobra: Jhonanta Marcelino

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Marinha do Brasil coloca em prontidão força especializada para resposta a desastres ambientais

A Marinha do Brasil (MB) realizou, quinta-feira (18), a ativação da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA). A solenidade aconteceu nas instalações da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), em Duque de Caxias (RJ). A estrutura permanecerá em estado de alerta até o mês de março, período que historicamente registra maior ocorrência de chuvas intensas, enchentes e deslizamentos em diversas regiões do país. Criada para atuar de maneira rápida, integrada e coordenada, a FRIDA reforça a capacidade de resposta do Estado Brasileiro em situações de calamidade pública. A atuação da Força tem como prioridade a proteção da população, a preservação de vidas e a redução dos impactos causados por eventos extremos, sempre em apoio aos órgãos de Defesa Civil. Segundo o Comandante da FRIDA, Capitão de Mar e Guerra (Fuzileiro Naval) Leonel Mariano, a ativação da Força evidencia duas características fundamentais do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN): a prontidão operacional e a capacidade expedicionária. “Essa estrutura permite o emprego imediato de tropas com autonomia logística, possibilitando apoio efetivo às áreas atingidas por emergências climáticas”, destacou. Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil A FRIDA atua de forma integrada ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC), cooperando com ações desenvolvidas pelos governos federal, estadual e municipal, conforme a complexidade e a evolução de cada ocorrência. Essa coordenação interagências contribui para maior agilidade na resposta, otimização de recursos e emprego conjunto das capacidades disponíveis no país. Em novembro deste ano, o projeto-piloto da FRIDA foi apresentado publicamente durante o Seminário Internacional de Operações Humanitárias e Resposta a Desastres, evento promovido pela Marinha do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Desde 2011, após os deslizamentos ocorridos em Nova Friburgo (RJ), o Corpo de Fuzileiros Navais mantém tropas em regime de prontidão durante o verão. Ao longo dos anos, a Marinha acumulou ampla experiência em operações de apoio humanitário, atuando em cenários críticos como Petrópolis (RJ), São Sebastião (SP) e, mais recentemente, no desastre ambiental registrado no Rio Grande do Sul. A Força é composta por militares do CFN com capacitação específica para operar em áreas alagadas, regiões de difícil acesso e locais com infraestrutura comprometida. Entre os meios empregados estão viaturas blindadas sobre rodas e lagartas, viaturas anfíbias, embarcações litorâneas, Hospital de Campanha (HCamp), além de equipamentos de engenharia, sistemas de comunicações e estruturas móveis de apoio logístico. https://zonademanobra.com.br/wp-content/uploads/2025/12/360p.mp4 Esses recursos permitem à FRIDA executar missões de resgate e evacuação de vítimas, apoio logístico e humanitário, transporte de suprimentos e restabelecimento de acessos, garantindo uma resposta contínua e eficiente conforme a evolução do cenário. De acordo com o Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra (ComFFE), Vice-Almirante (Fuzileiro Naval) Pedro Luiz Gueiros Taulois, a FRIDA simboliza a consolidação do pronto emprego dos Fuzileiros Navais. “Ela assegura uma resposta imediata em operações humanitárias e no apoio à Defesa Civil em qualquer região do território nacional”, afirmou. Colaboração: Capitão de Corveta Ana Paula Basso e Primeiro-Tenente Ederson Soares. Créditos Fonte: Agência Marinha de Notícias Site: https://www.agencia.marinha.mil.br/

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EDCG: o elo decisivo entre o navio e a praia nas operações anfíbias da Marinha do Brasil

As Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) desempenham um papel fundamental nas operações anfíbias da Marinha do Brasil. São elas as responsáveis por executar o chamado Movimento Navio–Terra, transportando tropas, viaturas e equipamentos diretamente dos navios para a praia, garantindo rapidez, segurança e continuidade no desembarque das forças. Projetadas para operar em ambientes costeiros e áreas de difícil acesso, as EDCGs possuem grande capacidade de carga e robustez estrutural, permitindo o transporte simultâneo de militares, armamentos e veículos — incluindo viaturas blindadas e meios anfíbios. Essa versatilidade faz dessas embarcações um dos pilares do poder anfíbio da Força Naval. Desde cedo, um espetáculo visto das areias da Praia de Itaoca-ES  “Desde pequeno, acompanho as manobras da Marinha do Brasil aqui em Itaoca, no Espírito Santo. Eu não via a hora de chegar o dia em que os navios surgiam no horizonte, ainda bem cedo, fundeados na direção da Ilha dos Franceses. Era o sinal de que algo grande estava prestes a acontecer. Eu e meus primos pegávamos as bicicletas e corríamos para a região que, para nós nativos, sempre foi conhecida como “Mareterra”, área próxima à base dos Fuzileiros Navais. De longe, já começávamos a enxergar as EDCGs avançando em direção à praia. Naquele momento, não havia dúvida: elas viriam para descarregar tropas e viaturas. E era exatamente isso que nos encantava. As EDCGs encostavam na areia e, em questão de minutos, desembarcavam militares e meios com uma precisão impressionante. Tudo acontecia de forma extremamente sincronizada, rápida e organizada — como se estivéssemos assistindo a uma cena real de guerra. Logo após o desembarque, a embarcação retornava ao mar para buscar mais tropas e equipamentos. Um ciclo contínuo, eficiente e fascinante. Confesso: assistir a isso por tantos anos moldou meu olhar sobre as Operações Anfíbias. As EDCGs são simplesmente incríveis. Um sonho pessoal que carrego até hoje é, quem sabe um dia, conseguir registrar imagens de dentro de uma EDCG, mostrando a sensação real de chegar à praia a bordo dela — algo que lembra, guardadas as proporções, um verdadeiro “Dia D” brasileiro.” Um meio essencial do poder anfíbio Mais do que o impacto visual, as EDCGs representam a capacidade real da Marinha de projetar poder do mar para terra. Elas permitem que a Força de Fuzileiros Navais atue com rapidez em operações militares, ações humanitárias, apoio à Defesa Civil e exercícios de adestramento em todo o litoral brasileiro. São embarcações que simbolizam mobilidade, prontidão e integração entre os meios navais e terrestres — características essenciais para uma força anfíbia moderna. Confesso que ainda carrego um sonho pessoal: um dia poder registrar de dentro de uma EDCG essa experiência única, mostrando como é chegar à praia a bordo de uma embarcação dessas, sentindo de perto a adrenalina e a imponência de uma operação anfíbia — algo que, para quem cresceu assistindo da areia, seria simplesmente inesquecível. Fonte das informações técnicas: Marinha do Brasil 

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