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EDCG: conheça a Embarcação de Desembarque da Marinha do Brasil

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As Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) desempenham um papel fundamental nas operações anfíbias da Marinha do Brasil. São elas as responsáveis por executar o chamado Movimento Navio–Terra, transportando tropas, viaturas e equipamentos diretamente dos navios para a praia, garantindo rapidez, segurança e continuidade no desembarque das forças.

Projetadas para operar em ambientes costeiros e áreas de difícil acesso, as EDCGs possuem grande capacidade de carga e robustez estrutural, permitindo o transporte simultâneo de militares, armamentos e veículos — incluindo viaturas blindadas e meios anfíbios. Essa versatilidade faz dessas embarcações um dos pilares do poder anfíbio da Força Naval.

Um meio essencial para as operações anfíbias

Mais do que realizar o transporte entre os navios e a costa, as EDCGs representam um dos principais elementos da capacidade expedicionária da Marinha do Brasil. Essas embarcações permitem que a Força de Fuzileiros Navais projete poder do mar para terra com rapidez, segurança e flexibilidade, sendo empregadas em operações militares, exercícios de adestramento, ações humanitárias e missões de apoio à Defesa Civil.

Sua elevada capacidade de carga e a possibilidade de operar em praias e áreas de difícil acesso fazem das EDCGs um meio indispensável para o sucesso das operações anfíbias, garantindo o desembarque contínuo de tropas, viaturas, equipamentos e suprimentos necessários ao cumprimento das missões.

Uma lembrança que despertou a paixão pelas operações anfíbias

Relato do Jhonanta Marcelino
Editor-chefe | Zona de Manobra

Mobilidade, prontidão e projeção de poder

As EDCGs simbolizam a capacidade da Marinha do Brasil de projetar poder do mar para terra de forma rápida e eficiente. Integradas aos meios navais e às unidades do Corpo de Fuzileiros Navais, elas garantem a mobilidade necessária para o desembarque de forças em diferentes cenários operacionais, contribuindo para o sucesso de operações anfíbias e ribeirinhas em todo o território nacional.

Ao longo das últimas décadas, essas embarcações tornaram-se parte da identidade das grandes operações anfíbias da Marinha do Brasil, demonstrando, a cada exercício e missão, a importância do Movimento Navio–Terra para a manutenção da capacidade expedicionária da Força Naval.

EDCG
Foto: Jhonanta Marcelino
EDCG
Foto: Jhonanta Marcelino
EDCG
Foto: Jhonanta Marcelino

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Créditos

Texto e edição editorial: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

Fotografias: Jhonanta Marcelino – Zona de Manobra.
















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