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Operação Southern Seas 2026: Marinha do Brasil realiza exercícios navais com a US Navy

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A Operação Southern Seas 2026 reuniu a Marinha do Brasil e a US Navy entre os dias 11 e 14 de maio, durante exercícios navais realizados nas águas do Rio de Janeiro. O treinamento integrou a programação da 11ª edição da operação e reforçou a cooperação entre as duas Forças Navais em atividades voltadas ao aprimoramento da interoperabilidade e da prontidão operacional.

A Operação Southern Seas 2026 contou com importantes meios navais brasileiros e norte-americanos, tendo como principal objetivo ampliar a capacidade de atuação conjunta, desenvolver procedimentos operacionais e fortalecer a resposta a diferentes ameaças no ambiente marítimo. Além do intercâmbio de conhecimentos, o exercício contribuiu para o aperfeiçoamento técnico das tripulações e para o fortalecimento da parceria entre Brasil e Estados Unidos na área de Defesa.

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Foto: Marinha do Brasil

USS “Nimitz” foi um dos destaques da operação

Um dos principais destaques da Operação Southern Seas 2026 foi o porta-aviões USS “Nimitz”, navio de propulsão nuclear da US Navy considerado um dos mais importantes vetores do poder naval norte-americano. A presença da embarcação durante os exercícios chamou a atenção pela sua capacidade operacional e pela relevância estratégica dentro das forças navais dos Estados Unidos.

Capaz de operar com mais de 60 aeronaves e uma tripulação de aproximadamente 5 mil militares, o USS Nimitz possui elevada capacidade de projeção de poder, podendo conduzir operações aéreas contínuas em diferentes cenários marítimos. Durante a Operação Southern Seas 2026, o porta-aviões participou das demonstrações aéreas e das atividades de adestramento realizadas em conjunto com a Marinha do Brasil, contribuindo para o fortalecimento da interoperabilidade entre as duas Forças Navais.

Em serviço desde 1975, o USS Nimitz é um dos navios mais emblemáticos da história da US Navy e pode estar cumprindo uma de suas últimas missões operacionais antes do previsto processo de descomissionamento. Sua participação na Operação Southern Seas 2026 conferiu ainda mais relevância ao exercício, que reuniu importantes meios navais brasileiros e norte-americanos em treinamento nas águas do Rio de Janeiro.

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Foto: Marinha do Brasil
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Foto: Marinha do Brasil

Navios e aeronaves empregados na operação

Além do USS “Nimitz”, a US Navy também empregou na operação o destroyer da classe Arleigh Burke USS Gridley e o navio-tanque USNS Patuxent.

Do lado brasileiro, o Grupo-Tarefa da Marinha do Brasil foi composto por:

  • Fragata “Defensora” (F41);
  • Corveta “Barroso” (V34);
  • Submarino “Humaitá” (S41);
  • Helicóptero Wild Lynx (AH11B);
  • Helicóptero H125 Esquilo B3e (IH-18).

O Submarino “Humaitá” integra o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), considerado um dos principais projetos estratégicos da defesa nacional.

Exercícios executados durante a operação

Durante os quatro dias de operação, foram realizados diversos exercícios simulados no ambiente marítimo, incluindo:

  • Guerra antiaérea;
  • Operações antissubmarino;
  • Demonstrações aéreas;
  • Manobras navais integradas;
  • Exercícios de coordenação operacional.

As atividades tiveram como foco o aprimoramento da integração entre as forças navais participantes e o fortalecimento da cooperação militar internacional.

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Foto: Marinha do Brasil
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Foto: Marinha do Brasil

Operação “Southern Seas”

Conduzida pela 4ª Frota da Marinha dos Estados Unidos, a operação “Southern Seas” acontece regularmente e possui como principal objetivo ampliar a integração entre a US Navy e as marinhas parceiras da América do Sul.

A operação contempla ações de circunavegação em diferentes regiões do continente sul-americano, promovendo intercâmbio operacional, treinamento conjunto e desenvolvimento de capacidades marítimas.

Segundo a Marinha do Brasil, todas as atividades são coordenadas entre as forças participantes e realizadas com pleno conhecimento e autorização das autoridades brasileiras.

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Foto: Marinha do Brasil
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Foto: Marinha do Brasil

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Créditos

Fonte: Agência Marinha de Notícias.

Edição, adaptação e complementação editorial: Jhonanta Marcelino – Editor-chefe do Zona de Manobra.

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