Os heróis por trás das Fragatas Classe Tamandaré

Os heróis por trás das Fragatas Classe Tamandaré

Legados históricos que moldam a nova geração de navios da Marinha do Brasil Compromisso, dedicação e coragem são valores que conectam os personagens históricos homenageados pelas Fragatas da Classe Tamandaré. Do período colonial ao Império, esses homens não apenas marcaram a história do País, como também ajudaram a definir a identidade e a tradição naval da Marinha do Brasil. As embarcações do Programa Fragatas Classe Tamandaré carregam, além de tecnologia avançada e elevada capacidade operacional, nomes que remetem a figuras centrais da formação da Marinha e da defesa do território nacional. Jerônimo de Albuquerque, Luís da Cunha Moreira, Antônio Carlos de Mariz e Barros e Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, destacaram-se em diferentes momentos da história ao colocar o serviço à Pátria acima de interesses pessoais. Atuando em conflitos decisivos e em períodos fundamentais para a consolidação do Brasil como nação soberana, esses personagens tornaram-se referências permanentes para as gerações futuras. Ao batizar as novas fragatas com seus nomes, a Marinha do Brasil preserva sua memória e reafirma os valores que orientam a Força Naval no presente e no futuro. Jerônimo de Albuquerque: defesa do território no período colonial   Figura de destaque na defesa do território brasileiro contra invasões estrangeiras no século XVII, Jerônimo de Albuquerque foi o primeiro brasileiro nato a comandar uma frota naval empregada em operações militares. Seu nome batiza a Fragata Jerônimo de Albuquerque (F201), segunda embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, lançada ao mar em 2025. A importância de Jerônimo de Albuquerque foi reconhecida ao liderar a expulsão dos franceses do Maranhão, em 1615. Na ocasião, comandava uma flotilha composta por quatro embarcações à vela, conduzindo cerca de 100 homens. À época, os franceses buscavam estabelecer-se na região, negociando com povos indígenas do litoral, atraídos pelos produtos locais e pela alta demanda da indústria têxtil europeia. Filho de um português de mesmo nome e da indígena tupi Maria do Espírito Santo Arcoverde, Jerônimo de Albuquerque falava fluentemente o tupi e o português. Sua capacidade de articular interesses portugueses com a cultura indígena, aliada a um aguçado senso de liderança, permitiu-lhe atuar como elo entre dois mundos distintos, fator decisivo para o êxito das ações militares e políticas na região. Após o conflito, passou a responder pelo Forte dos Reis Magos, construído pelos portugueses na foz do Rio Grande, na atual cidade de Natal (RN), um dos marcos históricos da fundação da cidade. Em reconhecimento aos serviços prestados à Coroa, foi nomeado o primeiro Governador do Maranhão, consolidando seu papel na defesa e na formação do território brasileiro. Jerônimo de Albuquerque – A defesa do território brasileiro Figura de destaque na defesa do território brasileiro contra invasões estrangeiras no século XVII, Jerônimo de Albuquerque foi o primeiro brasileiro nato a comandar uma frota naval empregada em operações militares. Seu nome batiza a Fragata Jerônimo de Albuquerque (F201), segunda embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, lançada ao mar em 2025. A importância de Jerônimo de Albuquerque foi reconhecida ao liderar a expulsão dos franceses do Maranhão, em 1615. Na ocasião, comandava uma flotilha composta por quatro embarcações à vela, conduzindo cerca de 100 homens. À época, os franceses buscavam estabelecer-se na região, negociando com povos indígenas do litoral, atraídos pelos produtos locais e pela alta demanda da indústria têxtil europeia. Filho de um português de mesmo nome e da indígena tupi Maria do Espírito Santo Arcoverde, Jerônimo de Albuquerque falava fluentemente o tupi e o português. Sua capacidade de articular interesses portugueses com a cultura indígena, aliada a um aguçado senso de liderança, permitiu-lhe atuar como elo entre dois mundos distintos, fator decisivo para o êxito das ações militares e políticas na região. Após o conflito, passou a responder pelo Forte dos Reis Magos, construído pelos portugueses na foz do Rio Grande, na atual cidade de Natal (RN), um dos marcos históricos da fundação da cidade. Em reconhecimento aos serviços prestados à Coroa, foi nomeado o primeiro Governador do Maranhão, consolidando seu papel na defesa e na formação do território brasileiro. Jerônimo de Albuquerque Luís da Cunha Moreira – A construção da Marinha Nacional Assim como Jerônimo de Albuquerque, Luís da Cunha Moreira construiu uma trajetória marcada pelo acúmulo de experiências e pela ascensão progressiva ao longo da carreira naval. Seu nome batiza a Fragata Luís da Cunha Moreira (F202), terceira embarcação do Programa Fragatas Classe Tamandaré, atualmente em construção. Baiano, nascido em 1º de outubro de 1777, Cunha Moreira seguiu para Portugal a fim de completar sua formação e ingressou na Armada Real em 1795. Ao longo de seus diversos embarques, participou da Esquadra Luso-Britânica responsável pela transferência da Família Real portuguesa para o Brasil. Destacou-se também por sua participação na conquista da Cisplatina e na repressão à Revolução Pernambucana, em 1817. Foi o primeiro militar genuinamente brasileiro a exercer o cargo de Ministro da Marinha. No desempenho de funções estratégicas, ocupou cargos relevantes, entre eles o de Comandante da Academia Nacional e Imperial dos Guarda-Marinha, instituição que deu origem à atual Escola Naval. Contudo, seu maior desafio ocorreu durante as Campanhas da Independência, quando coube a ele conduzir o processo de formação e organização da então incipiente Armada Nacional e Imperial, à frente da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha. Em meio às incertezas daquele período, liderou a Comissão encarregada de avaliar o apoio dos oficiais portugueses que permaneceram na Corte à causa nacional. Diante do número reduzido e da lealdade considerada incerta desses militares, optou pela contratação de oficiais estrangeiros, que se tornaram elementos decisivos para a Força Naval, como o Almirante Lord Thomas Cochrane, então Comandante-em-Chefe da Esquadra, além de John Taylor e John Grenfell. Mesmo após sua passagem para a reserva, Cunha Moreira permaneceu atuando como Conselheiro de Guerra, demonstrando permanente compromisso com a defesa e o aprimoramento das Forças Armadas. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da Independência política brasileira, especialmente ao estruturar o funcionamento regular do mecanismo administrativo da Marinha, coordenando seus diferentes órgãos e contribuindo de forma decisiva para a afirmação da soberania

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Amazônia Azul – Grito de Aço: um álbum que nasce do respeito, da memória e da paixão pela Marinha do Brasil

Este projeto foi plantado em meu coração há muitos anos. Ele nasceu de um sentimento construído ainda na infância, alimentado pelo convívio visual, cultural e simbólico com a Marinha do Brasil. Criado em Itaoca Praia, no Espírito Santo, cresci acompanhando de perto as manobras e os treinamentos realizados na região, onde a presença da Força Naval sempre foi marcante. Crescer vendo navios, meios anfíbios, aeronaves e, principalmente, os Fuzileiros Navais em ação despertou em mim algo que nunca se apagou: respeito, orgulho e fascínio. Essa convivência visual e cultural moldou minha visão e criou uma ligação genuína com a Força Naval, mesmo sem jamais ter feito parte dela. A partir dessa vivência, nasceu o desejo de transformar admiração em homenagem. O álbum Amazônia Azul – Grito de Aço surge como um tributo sincero aos homens e mulheres da Marinha do Brasil, construído com profundo respeito à hierarquia, à tradição e à história da Força. As músicas apresentam uma linguagem contemporânea, com forte influência do rock, buscando dialogar com uma geração jovem, especialmente com aqueles que sonham em ingressar na Marinha e servir ao País. “É fundamental destacar que este trabalho não tem qualquer intenção de substituir, modificar ou descaracterizar as canções clássicas da Marinha do Brasil. Obras como Cisne Branco e Soldados da Liberdade permanecem intocáveis em seu valor histórico, simbólico e emocional. Elas são referências que admiro profundamente e que continuam sendo pilares da identidade naval brasileira. O álbum nasce ao lado da tradição, nunca acima dela.” Dentro do projeto, apresento três músicas de autoria própria, criadas com cuidado, responsabilidade e propósito. A faixa Amazônia Azul – Grito de Aço, que dá nome ao álbum, representa a soberania marítima brasileira, a prontidão permanente e a união entre marinheiros e fuzileiros na defesa do mar, da terra e da missão. O “grito de aço” simboliza a força coletiva, o metal dos meios navais e a determinação silenciosa de quem protege a Amazônia Azul. A música Recruta Fuzileiro Naval retrata a jornada de transformação vivida durante o processo de formação, desde o impacto inicial até a consolidação do espírito de corpo. A letra aborda o medo, a disciplina, o esforço físico e mental, mas, principalmente, a fraternidade que nasce entre aqueles que compartilham o mesmo desafio. Esta canção é dedicada a dois grandes amigos de infância, José Carlos Sena Lima, Sargento Fuzileiro Naval, e Ackila Garcia Carvalho, que, mesmo seguindo hoje outro caminho fora da Marinha, representam todos os homens que passaram pelo rigor do recrutamento e da formação, levando consigo os valores aprendidos nesse processo. A faixa Asas da Imensidão é uma homenagem à Aviação Naval da Marinha do Brasil. A letra destaca a precisão, a coragem e o senso de dever daqueles que operam no limite entre o céu e o mar. Voar, nesse contexto, não é busca por glória, mas um compromisso permanente com a soberania nacional, com a vigilância e com a proteção do País. O álbum também inclui a música Oração dos Comandos Anfíbios, construída a partir de um texto tradicional que expressa fé, coragem e espírito de sacrifício. Transformada em melodia, a canção assume o caráter de um hino solene, criado como uma homenagem direta aos Comandos Anfíbios. A música foi idealizada a partir de um pedido especial de José Carlos Sena Lima, amigo de infância e Sargento Fuzileiro Naval, cuja trajetória inspirou parte significativa deste trabalho. Completa o álbum a Canção da Infantaria, uma homenagem às infantarias das três Forças Armadas. A música reconhece o combatente que avança a pé, que sustenta a linha, enfrenta o terreno, o clima e o desgaste, representando a base da força militar brasileira. Com a criação do canal Zona de Manobra, passei a registrar cenas reais das manobras realizadas pela Marinha do Brasil em Itaoca Praia, no Espírito Santo. Foi nesse contexto que surgiu a ideia de unir o conteúdo visual real às músicas autorais, transformando um sonho antigo em um projeto concreto. O resultado superou as expectativas iniciais e ganhou forma como um trabalho artístico completo, hoje disponível nos principais serviços de streaming. Amazônia Azul – Grito de Aço é mais do que um álbum. É memória, respeito e gratidão. É a expressão de alguém que cresceu olhando para o mar e aprendeu, desde cedo, a admirar e honrar aqueles que o defendem. Para quem deseja conhecer o álbum Amazônia Azul – Grito de Aço na íntegra, todas as faixas estão disponíveis nos principais serviços de streaming. O projeto pode ser ouvido no Spotify, Apple Music e YouTube Music, permitindo acesso completo às músicas que homenageiam a Marinha do Brasil, seus valores, tradições e diferentes áreas de atuação. Acesse pelos links abaixo: Editor Chefe do Zona de Manobra: Jhonanta Marcelino

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Marinha do Brasil coloca em prontidão força especializada para resposta a desastres ambientais

A Marinha do Brasil (MB) realizou, quinta-feira (18), a ativação da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA). A solenidade aconteceu nas instalações da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), em Duque de Caxias (RJ). A estrutura permanecerá em estado de alerta até o mês de março, período que historicamente registra maior ocorrência de chuvas intensas, enchentes e deslizamentos em diversas regiões do país. Criada para atuar de maneira rápida, integrada e coordenada, a FRIDA reforça a capacidade de resposta do Estado Brasileiro em situações de calamidade pública. A atuação da Força tem como prioridade a proteção da população, a preservação de vidas e a redução dos impactos causados por eventos extremos, sempre em apoio aos órgãos de Defesa Civil. Segundo o Comandante da FRIDA, Capitão de Mar e Guerra (Fuzileiro Naval) Leonel Mariano, a ativação da Força evidencia duas características fundamentais do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN): a prontidão operacional e a capacidade expedicionária. “Essa estrutura permite o emprego imediato de tropas com autonomia logística, possibilitando apoio efetivo às áreas atingidas por emergências climáticas”, destacou. Foto Marinha do Brasil Foto Marinha do Brasil A FRIDA atua de forma integrada ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC), cooperando com ações desenvolvidas pelos governos federal, estadual e municipal, conforme a complexidade e a evolução de cada ocorrência. Essa coordenação interagências contribui para maior agilidade na resposta, otimização de recursos e emprego conjunto das capacidades disponíveis no país. Em novembro deste ano, o projeto-piloto da FRIDA foi apresentado publicamente durante o Seminário Internacional de Operações Humanitárias e Resposta a Desastres, evento promovido pela Marinha do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Desde 2011, após os deslizamentos ocorridos em Nova Friburgo (RJ), o Corpo de Fuzileiros Navais mantém tropas em regime de prontidão durante o verão. Ao longo dos anos, a Marinha acumulou ampla experiência em operações de apoio humanitário, atuando em cenários críticos como Petrópolis (RJ), São Sebastião (SP) e, mais recentemente, no desastre ambiental registrado no Rio Grande do Sul. A Força é composta por militares do CFN com capacitação específica para operar em áreas alagadas, regiões de difícil acesso e locais com infraestrutura comprometida. Entre os meios empregados estão viaturas blindadas sobre rodas e lagartas, viaturas anfíbias, embarcações litorâneas, Hospital de Campanha (HCamp), além de equipamentos de engenharia, sistemas de comunicações e estruturas móveis de apoio logístico. https://zonademanobra.com.br/wp-content/uploads/2025/12/360p.mp4 Esses recursos permitem à FRIDA executar missões de resgate e evacuação de vítimas, apoio logístico e humanitário, transporte de suprimentos e restabelecimento de acessos, garantindo uma resposta contínua e eficiente conforme a evolução do cenário. De acordo com o Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra (ComFFE), Vice-Almirante (Fuzileiro Naval) Pedro Luiz Gueiros Taulois, a FRIDA simboliza a consolidação do pronto emprego dos Fuzileiros Navais. “Ela assegura uma resposta imediata em operações humanitárias e no apoio à Defesa Civil em qualquer região do território nacional”, afirmou. Colaboração: Capitão de Corveta Ana Paula Basso e Primeiro-Tenente Ederson Soares. Créditos Fonte: Agência Marinha de Notícias Site: https://www.agencia.marinha.mil.br/

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EDCG: o elo decisivo entre o navio e a praia nas operações anfíbias da Marinha do Brasil

As Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) desempenham um papel fundamental nas operações anfíbias da Marinha do Brasil. São elas as responsáveis por executar o chamado Movimento Navio–Terra, transportando tropas, viaturas e equipamentos diretamente dos navios para a praia, garantindo rapidez, segurança e continuidade no desembarque das forças. Projetadas para operar em ambientes costeiros e áreas de difícil acesso, as EDCGs possuem grande capacidade de carga e robustez estrutural, permitindo o transporte simultâneo de militares, armamentos e veículos — incluindo viaturas blindadas e meios anfíbios. Essa versatilidade faz dessas embarcações um dos pilares do poder anfíbio da Força Naval. Desde cedo, um espetáculo visto das areias da Praia de Itaoca-ES  “Desde pequeno, acompanho as manobras da Marinha do Brasil aqui em Itaoca, no Espírito Santo. Eu não via a hora de chegar o dia em que os navios surgiam no horizonte, ainda bem cedo, fundeados na direção da Ilha dos Franceses. Era o sinal de que algo grande estava prestes a acontecer. Eu e meus primos pegávamos as bicicletas e corríamos para a região que, para nós nativos, sempre foi conhecida como “Mareterra”, área próxima à base dos Fuzileiros Navais. De longe, já começávamos a enxergar as EDCGs avançando em direção à praia. Naquele momento, não havia dúvida: elas viriam para descarregar tropas e viaturas. E era exatamente isso que nos encantava. As EDCGs encostavam na areia e, em questão de minutos, desembarcavam militares e meios com uma precisão impressionante. Tudo acontecia de forma extremamente sincronizada, rápida e organizada — como se estivéssemos assistindo a uma cena real de guerra. Logo após o desembarque, a embarcação retornava ao mar para buscar mais tropas e equipamentos. Um ciclo contínuo, eficiente e fascinante. Confesso: assistir a isso por tantos anos moldou meu olhar sobre as Operações Anfíbias. As EDCGs são simplesmente incríveis. Um sonho pessoal que carrego até hoje é, quem sabe um dia, conseguir registrar imagens de dentro de uma EDCG, mostrando a sensação real de chegar à praia a bordo dela — algo que lembra, guardadas as proporções, um verdadeiro “Dia D” brasileiro.” Um meio essencial do poder anfíbio Mais do que o impacto visual, as EDCGs representam a capacidade real da Marinha de projetar poder do mar para terra. Elas permitem que a Força de Fuzileiros Navais atue com rapidez em operações militares, ações humanitárias, apoio à Defesa Civil e exercícios de adestramento em todo o litoral brasileiro. São embarcações que simbolizam mobilidade, prontidão e integração entre os meios navais e terrestres — características essenciais para uma força anfíbia moderna. Confesso que ainda carrego um sonho pessoal: um dia poder registrar de dentro de uma EDCG essa experiência única, mostrando como é chegar à praia a bordo de uma embarcação dessas, sentindo de perto a adrenalina e a imponência de uma operação anfíbia — algo que, para quem cresceu assistindo da areia, seria simplesmente inesquecível. Fonte das informações técnicas: Marinha do Brasil 

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Formatura no CIASC celebra a evolução profissional de mais de 700 Fuzileiros Navais

O Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC) realizou, no dia 10, uma cerimônia que marcou a conclusão de três importantes cursos de carreira do Corpo de Fuzileiros Navais. Ao todo, 731 militares — incluindo representantes da República Argentina e República de Cabo Verde — celebraram sua promoção e o encerramento de uma etapa fundamental na formação técnico-profissional dentro da Marinha do Brasil. A solenidade destacou o comprometimento, o preparo e a disciplina que caracterizam os Fuzileiros Navais. Durante o evento, o Comandante do CIASC, Contra-Almirante (Fuzileiro Naval) Luís Manuel de Campos Mello, dirigiu-se aos formandos e familiares, ressaltando o valor da conquista e o peso da responsabilidade que acompanha o uso da farda: “Hoje é um dia de comemoração e de reconhecimento pela vitória alcançada por cada um de vocês. Orgulhem-se dos esforços que os conduziram a esta conquista. Sejam gratos a todos que os ajudaram nessa jornada e conduzam suas vidas com honra.” Três formações, um único propósito: fortalecer o Corpo de Fuzileiros Navais Aperfeiçoamento Avançado de Oficiais Vinte e nove oficiais — entre eles militares argentinos e cabo-verdianos — concluíram o curso, que aprofunda conhecimentos científicos, tecnológicos e doutrinários. A formação capacita o oficial para atuar em Estados-Maiores das unidades do CFN, incluindo Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais e Unidades Anfíbias. O objetivo é preparar líderes capazes de enfrentar os desafios da guerra moderna, reforçando a prontidão expedicionária da Força. Aperfeiçoamento de Praças Fuzileiros Navais Voltado para Sargentos, o curso formou 401 militares, capacitando-os em técnicas de combate, liderança de pequenas frações e atuação tática. As especialidades contemplam: Infantaria, Artilharia, Engenharia de Combate, Blindados, Comunicações Navais, Eletrônica, Motores e Máquinas, Escrita e Fazenda e Música — ampliando o alcance técnico e operacional dos formandos. Especialização de Praças Fuzileiros Navais A formação, concluída por 301 Cabos Fuzileiros Navais, aprofunda conhecimentos específicos de cada área de atuação, permitindo desempenho mais eficiente nas especialidades técnicas e operacionais. Inclui Infantaria, Artilharia, Engenharia de Combate, Blindados, Eletrônica, Comunicações, Motores e Máquinas, Escrituração, Fazenda, Cornetas e Tambores, entre outras. Força renovada, prontidão reforçada Os 731 militares agora seguem para suas respectivas organizações militares, prontos para aplicar o que aprenderam em navios, unidades operativas e grupamentos expedicionários. A formatura reafirma o compromisso da Marinha do Brasil com o aprimoramento constante de seu pessoal e com a modernização do ensino militar — pilares essenciais para o fortalecimento do Poder Naval. Durante a cerimônia, o Terceiro-Sargento (Fuzileiro Naval-Músico) Duarte expressou a emoção de concluir o curso: “Este ano foi marcado por desafios, mas também por muitas conquistas. Superamos barreiras e hoje celebramos juntos essa vitória. Sou grato à Marinha do Brasil e ao CIASC por essa oportunidade. Adsumus!” Créditos Fonte: Agência Marinha de Notícias Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/ Foto : Marinha do Brasil

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Soldado Fuzileiro Naval Júlia Maria faz história ao concluir o Curso de Operações no Pantanal

O Curso Expedito de Operações no Pantanal (C-Exp-OPant-2025/II), uma das formações mais exigentes e seletivas da Marinha do Brasil, teve sua conclusão no dia 5 de dezembro, em Ladário (MS). Entre os 23 militares que chegaram ao final da capacitação, um marco histórico chamou atenção: pela primeira vez, uma mulher — a Soldado (Fuzileiro Naval) Júlia Maria — concluiu o treinamento, integrando o seleto grupo de operadores preparados para atuar no complexo ambiente pantaneiro. A militar, formada na segunda turma de Soldados Fuzileiros Navais, participou do curso junto a integrantes do 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão “Riachuelo”), do 2º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão “Humaitá”) e do 3º Batalhão de Operações Ribeirinhas — unidade responsável pela condução da capacitação. Segundo a Soldado Júlia Maria, a experiência marcou profundamente sua trajetória profissional: “O curso teve um impacto enorme na minha vida pessoal e militar. Espero, no futuro, poder repassar esses conhecimentos e contribuir para a formação de outros fuzileiros.” Com 36 anos de tradição, o C-Exp-OPant é reconhecido pelo rigor e pela capacidade de preparar o militar para um dos biomas mais desafiadores do Brasil. A seleção é extremamente competitiva: de cerca de cem interessados, apenas pouco mais de 20 concluíram todas as fases nesta edição. Ao longo de cinco semanas, entre o fim de outubro e o início de dezembro, os participantes foram submetidos a instruções intensas: técnicas de combate, patrulhas, ações de reconhecimento, escoltas, assaltos ribeirinhos, além de treinamentos de sobrevivência no ambiente pantaneiro. O objetivo é formar operadores aptos a atuar tanto em Operações Ribeirinhas quanto em missões específicas no Pantanal, seja em território nacional ou em compromissos internacionais. Com a conclusão do curso, os formandos agora integram um grupo altamente especializado dentro da Marinha do Brasil, reforçando o profissionalismo das Unidades que representam e ampliando a presença feminina em áreas historicamente desafiadoras da carreira militar. Colaboração: Primeiro-Tenente (RM2-S) Mariana Contino Fonte das informações: Agência Marinha de Notícias www.agencia.marinha.mil.br Curso Expedito de Operações no Pantanal – Foto Marinha do Brasil Curso Expedito de Operações no Pantanal – Foto Marinha do Brasil

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Marinha abre seleção com 794 vagas para Praças Temporários em todo o Brasil

A Marinha do Brasil iniciou o processo seletivo para o Serviço Militar Voluntário (SMV) de Praças Temporários, oferecendo 794 vagas distribuídas pelos nove Distritos Navais. O edital contempla candidatos do Ensino Fundamental com Curso de Formação Inicial e Continuada (C-FIC) e do Ensino Médio Técnico, com remuneração inicial que pode chegar a R$ 3.835,42 após formação. Os aprovados ingressam como militares da Reserva de 2ª Classe da Marinha (RM2) e têm acesso, desde o Curso de Formação, a benefícios como assistência médica e odontológica, apoio psicológico, social e religioso. As inscrições abriram no dia 9 de dezembro e permanecerão disponíveis até 27 de janeiro de 2026, mediante taxa de R$ 70,00. Candidatos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e pertencentes a famílias de baixa renda poderão solicitar isenção entre 12 e 14 de janeiro de 2026. “Inscrições seguem até 27 de janeiro; oportunidades para nível fundamental com curso profissionalizante e nível médio técnico” Distribuição de vagas por Distrito Naval Distrito Naval Fundamental Médio Técnico Página Oficial 1º DN (RJ, ES, MG) 74 335 https://www.marinha.mil.br/com1dn/node/4363 2º DN (BA, SE) 8 53 https://www.marinha.mil.br/com1dn/node/4363 3º DN (CE, RN, PB, PE, AL) 6 76 https://www.marinha.mil.br/com3dn/content/processo-seletivo-de-pracas-rm2-resumo 4º DN (AP, PA, MA, PI) 3 34 https://www.marinha.mil.br/com4dn/smv 5º DN (RS, SC) 4 80 https://www.marinha.mil.br/com5dn/servi%C3%A7omilitar 6º DN (MT, MS) 8 22 https://www.marinha.mil.br/com6dn/SMV_Pracas_2026 7º DN (TO, GO, DF) 10 29 https://www.marinha.mil.br/com7dn/nivel-medio 8º DN (SP, PR) 1 23 https://www.marinha.mil.br/com8dn/node/107 9º DN (RR, AC, AM, RO) 8 20 https://www.marinha.mil.br/com9dn/node/1957 Requisitos para participação Para ingressar no SMV, o candidato deve: Ser brasileiro nato ou naturalizado;Ter entre 18 e 40 anos até a data de incorporação;Possuir boa conduta e estar em situação regular com documentações profissionais;Atender à formação exigida para cada vaga.  Para Marinheiro-Especializado (nível fundamental + C-FIC): Ensino Fundamental concluído ou em fase de conclusão;Curso de Formação Continuada relativo à área escolhida. Para Cabo (nível médio técnico): Ensino Médio Técnico concluído ou em conclusão;Aceita-se nível superior (bacharelado) desde que na mesma área da habilitação técnica. Etapas da seleção A seleção será composta pelas seguintes fases:Prova Objetiva – 40 questões de Língua Portuguesa, duração de 3h, prevista para 15 de março de 2026;Prova de Títulos;Verificação de Dados Bibliográficos (VDB);Verificação Documental (VD);Inspeção de Saúde (IS);Teste de Aptidão Física (TAF). Os candidatos aprovados em todas as etapas serão incorporados como Grumetes, recebendo bolsa de R$ 1.398,30 durante o curso. Após aprovação no Estágio de Aprendizagem Técnica (EAT) ou Estágio Técnico para Praças (ETP), passam a: Marinheiro-Especializado – R$ 2.792,70Cabo – R$ 3.835,42   O SMV tem caráter temporário, com permanência máxima de 8 anos, permitindo desenvolvimento profissional e contribuição direta à Defesa Nacional. Créditos Fonte das informações: Agência Marinha de NotíciasAcesse: www.agencia.marinha.mil.br

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Novas embarcações táticas elevam o poder dos fuzileiros navais

O Corpo de Fuzileiros Navais segue avançando em sua modernização e ampliando sua capacidade de resposta em operações litorâneas. A chegada das novas embarcações táticas ao Comando do Material de Fuzileiros Navais representa um salto importante na prontidão e no poder de combate da Marinha do Brasil, especialmente em cenários que exigem velocidade, proteção e projeção de força a partir do mar. Eu tive a oportunidade de ver essas embarcações pessoalmente durante a Operação Atlas 2025  e posso afirmar: trata-se de uma verdadeira arma de guerra, projetada para enfrentar ambientes complexos com alto nível de segurança e desempenho. Potência, proteção e mobilidade em um único meio Com 29 pés de comprimento e capacidade para transportar até 15 militares totalmente equipados, essas embarcações combinam velocidade, blindagem e poder de fogo. O casco foi desenvolvido para resistir a munições 7,62 mm, enquanto a configuração de armamentos inclui: Metralhadora .50” na proa, garantindo superioridade de fogo frontal; Duas metralhadoras 7,62 mm nas laterais; Estrutura reforçada para infiltração, evacuação e apoio de fogo.   Além disso, contam com um pacote de tecnologia embarcada que coloca o CFN em outro patamar operacional: Radar de navegação, Câmera térmica, Sensores avançados para operações diurnas e noturnas, Equipamentos que ampliam a consciência situacional e a precisão das ações táticas. Alcance estratégico e projeção de força As novas embarcações oferecem autonomia de cerca de 600 km, permitindo operações prolongadas sem necessidade de reabastecimento. Outro ponto estratégico é a capacidade de transporte pelo KC-390 Millennium, possibilitando: Deslocamento rápido, Desdobramento imediato em todo o território nacional, Reforço do caráter expedicionário do CFN.   Essa mobilidade combinada — mar e ar — reforça o papel do Corpo de Fuzileiros Navais como Força de Pronto-Emprego, preparada para operar em: Missões humanitárias, Operações de interdição marítima, Ações de projeção de poder do mar para terra, Situações de crise em regiões costeiras. Um novo patamar para as Operações Litorâneas A chegada dessas embarcações marca um avanço sólido no conceito de Operações Litorâneas, área da doutrina naval que integra mar e terra para garantir liberdade de ação, controle de áreas costeiras e resposta imediata em crises. Com esses novos meios, o CFN fortalece sua capacidade de: Dissuadir ameaças, Reagir com rapidez, Operar em múltiplos cenários, Proteger a Amazônia Azul, região estratégica para o Brasil.   Assista ao vídeo dessa embarcação em ação Veja abaixo o vídeo dessa máquina operando, tanto aqui no site quanto no meu canal.Não deixe de conferir essa verdadeira potência marítima em movimento! https://youtu.be/JMcBcr4_o6w?si=aR-csw7mPBbbuTug Créditos das informações técnicas:https://www.defesaemfoco.com.br/

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Campanha do Dia do Marinheiro destaca o valor dos militares e sua contribuição para o país

A Marinha do Brasil (MB) lançou, neste sábado (6), a nova campanha publicitária do Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro. A iniciativa busca homenagear os militares da Força e apresentar ao público o valor do trabalho realizado diariamente por esses profissionais — no mar, nos rios e em terra — reforçando sua importância para a segurança e o desenvolvimento do Brasil. Com o conceito “Ser Marinheiro tem valor”, a campanha enfatiza virtudes que moldam o perfil marinheiro, como honra, lealdade, coragem, disciplina, espírito de sacrifício, abnegação e patriotismo. As peças também ampliam a compreensão sobre como as ações da Marinha entregam resultados concretos para a sociedade: da defesa naval às missões humanitárias; do apoio à pesquisa científica ao fortalecimento da autonomia tecnológica do País. Onde assistir Vídeo institucional foi lançado neste sábado (6), durante formatura no Rio de Janeiro e está disponível no YouTube: https://youtu.be/maAmrMkPhUU?si=TBwWvF1ILgEmPN6N O lançamento ocorreu durante a Cerimônia de Formatura do Curso de Formação de Oficiais, no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), no Rio de Janeiro (RJ). Ao longo de dezembro, as peças serão veiculadas em diferentes mídias on-line e off-line, como painéis de LED, busdoors e outdoors em áreas de grande circulação. A Rádio Marinha também preparou uma programação especial com spots e um podcast comemorativo aos 100 anos do Dia do Marinheiro. Segundo o Diretor do Centro de Comunicação Estratégica da Marinha, Contra-Almirante Alexandre Taumaturgo Pavoni, a campanha busca “revelar à sociedade a verdadeira dimensão do trabalho do Marinheiro, um profissional cuja dedicação vai muito além do que se vê na superfície”. O Almirante destaca que o objetivo é valorizar a competência técnica, a coragem discreta e o impacto essencial desses militares na segurança e no progresso do Brasil. Destaques no Distrito Federal e no Rio de Janeiro No Distrito Federal, a campanha já pode ser vista em painéis de LED nos principais shoppings, em busdoors, no Aeroporto Internacional de Brasília e em fachadas de edifícios comerciais. Um dos destaques é o conjunto de painéis do Centro Comercial Boulevard, próximo ao Conjunto Nacional, que pela primeira vez exibe as peças de forma sincronizada, formando um megapainel de mais de 2.100 m², impactando mais de 1 milhão de pessoas diariamente. No Rio de Janeiro, a campanha também será vista do alto: um avião com faixa publicitária circulará pelas praias da Zona Sul ao longo do mês. Lançamento do vídeo institucional aconteceu durante formatura no Rio de Janeiro (RJ) — Imagem: Primeiro-Tenente (RM2-T) Milena Ribeiro Fonte: Agência Marinha de Notícias Dia do Marinheiro: homenagem a Tamandaré A data celebra a trajetória de Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré — Patrono da Marinha do Brasil. Sua vida, marcada pela dedicação absoluta à Pátria, inspira o tema da campanha. Aos 15 anos, Tamandaré integrou como voluntário a primeira Esquadra brasileira durante a Guerra da Independência. Ele estava a bordo da Fragata “Niterói” quando o Pavilhão Nacional foi hasteado pela primeira vez em águas internacionais. Ao longo de sua carreira, que o levou do posto de Marinheiro ao de Almirante, Tamandaré acumulou feitos históricos. Em 1864, assumiu o Comando-em-Chefe das Forças em Operações no Rio da Prata, durante a intervenção brasileira no Uruguai. No ano seguinte, já no comando, testemunhou o início da Guerra da Tríplice Aliança, contribuindo para impedir avanços paraguaios pelos rios e para proteger o território nacional. Fonte: Agência Marinha de Notícias

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Marinha abriu visitação ao Navio-Veleiro “Cisne Branco” no Rio de Janeiro

A Marinha do Brasil irá abrir, nos dias 7 e 8 de dezembro, visitação pública gratuita ao navio-veleiro “Cisne Branco”, no cais do Museu do Amanhã, na Praça Mauá, no Rio de Janeiro. A ação faz parte das comemorações do Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro, e oferecerá ao público a oportunidade de conhecer uma das embarcações mais emblemáticas da Marinha brasileira. A visita estará aberta das 10h às 17h. Conhecido mundialmente como “Embaixada Brasileira no Mar”, o “Cisne Branco” tem papel importante na representação diplomática do Brasil, participando de eventos náuticos internacionais e ajudando a divulgar a cultura marítima do país. Durante a visitação, o público poderá caminhar pelos conveses, observar sistemas tradicionais de navegação e entender o funcionamento de um veleiro do tipo clipper. O comandante da embarcação, Capitão de Mar e Guerra Cleber Vieira da Silva, afirma que a expectativa é receber mais de 15 mil visitantes. Segundo ele, os pontos mais procurados costumam ser o passadiço — onde fica o timão — e o tradicional Lobby da Santa, locais que despertam grande curiosidade dos visitantes. História e legado O “Cisne Branco” foi construído em 1998 na Holanda, pelo estaleiro Damen Oranjewerf, e incorporado à Marinha do Brasil em 9 de março de 2000, durante as celebrações dos 500 anos do Descobrimento do Brasil. Além de representar o país em viagens e eventos, o veleiro também é utilizado como plataforma de treinamento para Aspirantes e Marinheiros, preservando técnicas clássicas de navegação oceânica. Inspirado nos clippers do século XIX — embarcações projetadas para longas viagens em alto-mar — o “Cisne Branco” combina tradição naval com suas funções modernas, mantendo viva a herança marítima brasileira. Comemorações do Dia do Marinheiro   Para marcar o Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro, a Marinha prepara diversas atividades abertas ao público em todos os nove Distritos Navais do país, incluindo Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Belém, Rio Grande, Ladário, Brasília, São Paulo e Manaus. A campanha de 2025 traz o tema “Ser Marinheiro tem valor”, com ampla divulgação em mídias digitais, outdoors e painéis de LED em locais de grande circulação.   Também será realizada a tradicional entrega da Medalha Mérito Tamandaré, destinada a autoridades, instituições e personalidades que contribuem para a preservação e valorização das tradições navais do Brasil.   Créditos   Fonte: Agência Marinha de Notícias Assista abaixo a canção “Cisne Branco” da Marinha do Brasil https://youtu.be/tYE7AOw_Eg4?si=bJZf5Q8wq6D0AJiP

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